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Dados econômicos ruins indicam Reino Unido dificuldades antes da crise regional

PIB do Reino Unido fica em zero em janeiro, sinalizando frágil crescimento antes da crise no Médio Oriente e alta de preços de energia

Growth in the UK construction sector has slowed rapidly.
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  • O PIB do Reino Unido ficou flat em janeiro, segundo a Office for National Statistics (ONS).
  • No entanto, o crescimento em três meses ficou em 0,2%, acima de 0,1% no trimestre até dezembro.
  • O setor de serviços avançou 0,2% no agregado de três meses, com impulso de atacado e varejo, mas atividades de recrutamento caíram 5,7%.
  • A produção, incluindo manufatura, subiu 1,2% no período, ajudada pela recuperação da Jaguar Land Rover após ataque cibernético.
  • A construction caiu 2% no trimestre; janeiro teve alta de 0,2% apenas por manutenção, sem ganho em novos projetos.

O Produto Interno Bruto do Reino Unido parou de crescer em janeiro, conforme os dados da ONS. O avanço trimestral ficou em 0,2%, após 0,1% no trimestre até dezembro. No entanto, a leitura mensal foi nula.

O setor de serviços teve expansão de 0,2% nos três meses até janeiro, impulsionado por varejo e atacado. No entanto, atividades de emprego recuaram 5,7%, sinalizando fraqueza no mercado de trabalho.

A produção registrou alta de 1,2%, influenciada pela recuperação da Jaguar Land Rover após um ataque cibernético. Já a construção caiu 2% no mesmo período, com ganho mensal limitado a 0,2% apenas por manutenção.

Dados econômicos de janeiro

Ostentando queda na construção e força variável no setor de serviços, o panorama ainda aponta fragilidade. A visão de política econômica torna-se mais desafiada diante de preços do petróleo próximos de US$100 por barril.

O petróleo elevado pode pressionar consumidores e tarifas, elevando custos de energia. Analistas divergem sobre o impacto no comércio e na inflação, enquanto o Banco da Inglaterra observa impactos de custo na economia.

Implicações para política e cenário futuro

Mercados sinalizam manutenção da taxa de 3,75% na próxima reunião, sem cortes em 2026. A oposição trabalhista aponta riscos, mas a equipe de Reeves insiste na continuidade do plano econômico.

Antes do conflito no Oriente Médio, a ONS já mostrava dados de fraqueza. Com a crise, a expectativa é de maior pressão sobre crescimento, inflação e decisões de política monetária.

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