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Ibovespa cai mais de 2% com petróleo e tensão no Oriente Médio

Ibovespa cai mais de dois por cento com alta do petróleo e tensão no Oriente Médio; dólar avança e mercados externos recuam

Brent e WTI sobem mais de 7% enquanto investidores monitoram os impactos da guerra no fluxo global de energia
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  • O Ibovespa caiu 2,45%, aos 179.145 pontos, refletindo o monitorado desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
  • O dólar subiu 1,2%, cotado a R$ 5,2190.
  • O Brent subiu 7,35%, a US$ 95,92 o barril; o WTI avançou 8,8%, a US$ 94,93.
  • O movimento do petróleo reconhece interrupções potenciais no fornecimento da região e a possibilidade de liberação emergencial de reservas por países ricos.
  • No exterior, o S&P 500 caiu cerca de 1%; bancos recuaram após pedidos de resgate em fundos de crédito privado terem levado Morgan Stanley e Cliffwater a limitar saques.

O Ibovespa operou em queda nesta quinta-feira, 12, acompanhando o avanço da guerra no Oriente Médio e a elevação do petróleo. Por volta das 11h11, o índice recuava 2,45%, aos 179.145 pontos. O dólar também firme em alta, ganhando 1,2% frente ao real, cotado a R$ 5,2190.

Além da tensão geopolítica, o movimento do petróleo pesou sobre o mercado brasileiro. O Brent subia 7,35%, para US$ 95,92 o barril, e o WTI avançava 8,8%, para US$ 94,93. Analistas apontam interrupções potenciais no fornecimento da região e a possibilidade de uma liberação emergencial de reservas por países ricos como catalisadores da alta.

Panorama externo

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu cerca de 1%. Bancos recuaram após uma onda de pedidos de resgate em fundos de crédito privado levar Morgan Stanley e Cliffwater LLC a limitar saques. No Brasil, o gosto pelo risco ficou mais baixo diante da perspectiva de custos adicionais para déficits orçamentários.

Comentários de mercado

Investidores ficaram mais apreensivos com o peso da guerra sobre o custo de financiamento e sobre o crédito. Vários operadores destacaram que o petróleo em subida sustenta pressões inflacionárias e que o cenário internacional continua volátil, com impactos potenciais sobre ativos de renda fixa e câmbio.

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