Em Alta NotíciasFutebolBrasilPolíticaeconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Raízen negocia com credores: BNP, Bradesco, Santander e Itaú

Raízen inicia reestruturação extrajudicial de dívida de R$ 65 bilhões; credores avaliam plano, com pausa de pagamentos e possível aporte de capital

A Raízen, que já foi a principal produtora de biocombustíveis do Brasil, vem sofrendo com altas taxas de juros, safras fracas (Foto: Victor Moriyama/Bloomberg)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Raízen iniciou uma reestruturação extrajudicial de dívida de R$ 65 bilhões, suspendendo pagamentos por 90 dias para obter aprovação dos credores para um plano mais abrangente.
  • Os maiores credores incluem BNP Paribas (R$ 4,2 bilhões), Bradesco, Santander, Rabobank, Sumitomo Mitsui e Itaú Unibanco (aproximadamente R$ 2 bilhões para cada um, exceto Itaú com mais de R$ 1 bilhão).
  • O Bank of New York Mellon atua como administrador fiduciário, credor de cerca de R$ 26 bilhões.
  • A securitizadora True figura entre os principais credores, com crédito de cerca de R$ 6,4 bilhões.
  • A Raízen, controlada pela Shell e pela Cosan, enfrenta altas taxas de juros, safras fracas e investimentos relevantes ainda não pagos; seus títulos em dólar caíram e a classificação de risco ficou especulativa.

O grupo Raízen, controlado pela Shell e pela Cosan, iniciou uma reestruturação extrajudicial de dívida no total de aproximadamente R$ 65 bilhões. Enquanto suspende pagamentos, a empresa busca aprovação dos credores para um plano mais amplo, com prazo de 90 dias para avançar.

Entre os credores, o BNP Paribas tem aproximadamente R$ 4,2 bilhões a receber. Bradesco e Rabobank aparecem entre os maiores excedentes, com near de R$ 2 bilhões cada, seguidos por Santander, Sumitomo Mitsui e Itaú Unibanco, com montantes superiores a R$ 1 bilhão cada.

Detalhes financeiros e estrutura de crédito

O Bank of New York Mellon atua como administrador fiduciário, citado com uma exposição de cerca de R$ 26 bilhões. A securitizadora True também figura entre os maiores credores, com aproximadamente R$ 6,4 bilhões.

A Raízen utiliza instrumentos de títulos de recebíveis do agronegócio (CRAs) para financiar operações, prática comum no setor. A instituição tem tido dificuldade para manter a rentabilidade diante de juros elevados, safras desfavoráveis e investimentos ainda não recuperados.

Reações e próximos passos

O Bradesco não comentou o assunto, enquanto o Rabobank disse não comentar transações de mercado. Bancos como BNP Paribas, Santander, Sumitomo Mitsui, Itaú Unibanco, True e BNY Mellon não responderam de imediato. Os próximos passos dependem da avaliação dos credores sobre o plano proposto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais