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Preço do barril de petróleo volta a subir nesta quarta-feira

Petróleo sobe com incerteza no Oriente Médio; bolsas europeias e asiáticas recuam, Brent e WTI sobem acima de cinco por cento e Agência Internacional de Energia pode liberar reservas

Navio petroleiro no porto de Qingdao, na China – foto: CN-STR/AFP
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  • O preço do petróleo voltou a subir nesta quarta-feira: WTI a 88,38 dólares o barril (+5,91%), Brent a 92,23 dólares (+5,05%).
  • Bolsas europeias e asiáticas abriram em queda, com os principais índices operando em território negativo.
  • Na Ásia, Hong Kong (-0,2%) e Xangai (-0,3%) registraram quedas, enquanto Tóquio avançou 1,4%.
  • O mercado segue sob incerteza causada pela guerra no Oriente Médio, com atenções voltadas a possíveis ações de reservas estratégicas de petróleo.
  • O dólar permaneceu estável, em 1,1614 dólar por euro.

O preço do petróleo voltou a subir nesta quarta-feira, 11. O barril WTI, referência dos EUA, avançou 5,91%, para 88,38 dólares. O Brent, da Europa, subiu 5,05%, para 92,23 dólares.

Nas bolsas, os principais índices europeus operaram em queda ao início do pregão: Paris, Frankfurt, Londres, Madri e Milão registraram perdas. Na Ásia, Hong Kong e Xangai recuaram, enquanto Tóquio fechou em alta.

O movimento ocorre em meio à incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro com ataques de Israel e dos EUA ao Irã e respostas de Teerã. Analistas destacam dificuldade de previsão diante dos desdobramentos.

Reservas estratégicas em foco

O mercado acompanha a expectativa de anúncio da AIE sobre liberação de estoques. O Wall Street Journal aponta possível maior fornecimento para acalmar os preços, com coordenação entre AIE e G7.

G7 e estocagem de emergência

Ministros de Energia do G7 sinalizam disposição para usar reservas, se necessário, com apoio da AIE. Chefs de Estado discutem o tema ao longo do dia, diante da volatilidade atual e da demanda mundial por petróleo.

Dados do mercado apontam que, desde o início do conflito, as cotações operam sob pressão e próximo de patamares elevados por perturbações no Estreito de Ormuz, passagem crítica para o petróleo mundial. O dólar se manteve estável frente ao euro.

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