- As taxas médias de hipoteca no Reino Unido passaram de 5%, com a média de dois anos em 5,01% e de cinco anos em 5,09%.
- Quase 500 produtos de crédito imobiliário foram retirados nas últimas 48 horas, a maior turbulência desde o mini-orçamento de setembro de 2022.
- Grandes bancos, como HSBC, Nationwide, Halifax e Barclays, promoveram altas nas taxas; a HSBC informou segunda rodada de aumentos a partir de quinta-feira.
- A alta acompanha o movimento das swap rates, impactadas pela crise no Oriente Médio, elevando as expectativas de inflação.
- Cerca de 1,8 milhão de contratos fixos devem terminar em 2026; a possibilidade de cortes na taxa base em 2026 caiu para 20%, diante das incertezas econômicas.
O mercado de hipotecas no Reino Unido voltou a registrar aumentos, com a taxa média de empréstimos passando de 5% à vista. Lenders têm reprecificado produtos em resposta a turbulências no mercado geradas pela crise no Oriente Médio, elevando custos para compradores e quem busca remortgaging.
Mais de 500 produtos de crédito imobiliário foram retirados nos últimos dois dias, segundo dados de analistas. Entidades de grande porte como HSBC, Nationwide, Halifax e Barclays anunciaram aumentos de taxas. A manhã de quarta-feira viu o HSBC aplicar uma segunda rodada de elevações a uma ampla gama de produtos a partir de quinta.
Para o investigo, o peso dos swaps de juros tem sido o principal fator de alta. O analista sênior da Moneyfacts afirma que a magnitude da retração de produtos já é grande, mas ainda distante do que ocorreu em setembro de 2022, quando quase mil itens sumiram em um único dia. A média de duas anos ficou em 5,01%, e a de cinco anos em 5,09%.
A alta reduz o alívio recente para compradores e quem pretende remortgaging. Aproximadamente 1,8 milhão de contratos fixos devem terminar em 2026, o que tende a exigir nova renegociação de crédito para muitos mutuários. O movimento ocorre em meio a choques globais conectados à crise no Oriente Médio.
Especialistas destacam que a incerteza sobre a inflação e o petróleo pesa sobre as curvas de juros. O mercado prevê manutenção da taxa básica em 3,75% na reunião do banco central prevista para 19 de março, com a probabilidade de cortes diminuindo para 20% neste ano.
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