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16 parceiros comerciais dos EUA atingidos por investigações 301 de Trump

EUA abre investigações de práticas comerciais injustas contra 16 parceiros sob a Seção 301, visando tarifas e retaliações após decisões da Suprema Corte

Shipping containers at the port of Los Angeles
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  • Os Estados Unidos lançaram investigações de práticas comerciais injustas sob a seção 301 contra 16 parceiros comerciais-chave.
  • As apurações podem levar à imposição de tarifas retaliatórias para reequilibrar o comércio.
  • As ações integram um esforço para restabelecer tarifas consideradas ilegais pelo Supremo Tribunal.
  • Dos 16 países, a maioria mantém superávits substanciais com os EUA; apenas um não apresenta esse perfil.
  • Os dados utilizados vêm do U.S. Census Bureau.

O governo dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira o início de investigações de prática comercial injusta contra 16 parceiros comerciais considerados relevantes. As investigações ocorrem sob a seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e visam possível imposição de tarifas ou outras medidas retaliatórias.

A medida é parte de um esforço da administração do presidente Donald Trump para restabelecer pressões tarifárias após a Suprema Corte ter considerado ilegais tarifas globais anteriormente impostas. O objetivo é avaliar políticas que, segundo Washington, prejudicam produtores americanos.

Segundo dados do U.S. Census Bureau, quase todos os 16 parceiros apresentam, em conjunto, elevados superávites comerciais com os EUA, com apenas um deles não registrando esse padrão. A proposta busca mapear impactos e orientar ações comerciais.

A divulgação foi feita pela equipe da Casa Branca e pelo USTR, com base em dados de comércio externo atualizados. A apuração é da Reuters, com reportagem de Dan Burns, em Nova York.

Fontes oficiais indicam que as investigações podem resultar em tarifas adicionais ou outras medidas, caso sejam comprovadas práticas desleais. O anúncio reforça o uso da ferramenta de 301 para ajustar negociações comerciais.

Crédito: reportagem da Reuters, Dan Burns (Nova York), edição de Matthew Lewis. Fonte: Reuters.

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