- O bitcoin opera acima de 66.000 dólares, após consolidar entre 60.000 e 70.000 dólares e recuar 22% em relação ao ano anterior.
- O analista macro Henrik Zeberg projeta rally para 110.000–120.000 dólares em março, com possibilidade de 140.000–150.000 dólares, impulsionado por influxos de ETFs e sentiment de risco.
- Infraestrutura institucional ganha velocidade: Morgan Stanley busca certificado de confiança nacional para custodiar cripto, sinalizando posicionamento de longo prazo e menor oferta disponível nas exchanges.
- Um short squeeze a 62.920 dólares levou a recompras que empurraram o preço pouco acima de 69.000 dólares; o RSI está neutro em 41, indicando espaço para alta se houver demanda.
- O mercado fica entre resistência de 72.000 dólares e o suporte de 60.000 dólares; a quebra acima de 72.000 pode confirmar o fim da correção e sustentar a meta de Zeberg, embora haja riscos se o suporte falhar.
Bitcoin segue em março marcado por volatilidade e expectativas divergentes entre bulls e bears. Após consolidar acima de US$ 62,9 mil na semana passada, a criptomoeda opera perto de US$ 66 mil no momento da apuração. Analistas veem possibilidade de reajuste violento ainda neste mês.
A visão de curto prazo aponta para uma revalorização impulsionada por demanda institucional e ambiente de maior apetite a risco. O economista macro Henrik Zeberg projeta um cenário principal entre US$ 110 mil e US$ 120 mil, com chance de ultrapassar US$ 140 mil em cenário de superaquecimento. A aposta depende de fluxos de ETFs e de fatores macro.
Um repique de volatilidade levou a um repasse até US$ 62,92 mil, desencadeando um short squeeze expressivo e reposicionando financiamentos. Com a recuperação acima de US$ 65 mil, posições vendidas foram cobertas, ajudando o preço a superar a marca de US$ 69 mil no dia seguinte.
Influxos institucionais e cenário de longo prazo
Analistas destacam que a demanda institucional sustenta o viés positivo, mesmo diante da recente volatilidade. Segundo Zeberg, há espaço para alta significativa caso os fluxos permaneçam robustos e a demanda por ETFs se mantenha aquecida.
A perspectiva de surgimento de infraestruturas institucionais aumenta a confiança no movimento. Instituições sinalizam intenção de manter participação em ativos digitais, o que reduz a oferta disponível nas exchanges e reforça o potencial de pressão de alta no curto prazo.
Se esses impactos persistirem, a aproximação dos objetivos de Zeberg ganha força. Projetos de maior adesão a ETFs poderiam encurtar o tempo necessário para chegar aos patamares previstos.
Riscos e cenário técnico atual
O mercado opera entre dois níveis críticos: suporte próximo de US$ 60 mil e resistência em torno de US$ 72 mil. Uma retomada consistente acima de US$ 72 mil abriria espaço para a continuidade da marcante recuperação esperada.
O Índice de Medo e Ganância aponta momento de extremo medo, sinal de que há espaço para reação dos compradores. Entidades e analistas ressaltam que a viabilidade a longo prazo depende de fatores regulatórios e da adoção institucional.
Entre na conversa da comunidade