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Jovens fãs de moda ajudam lojas beneficentes do Reino Unido

Juventude inspira compras de segunda mão; lojas beneficentes do Reino Unido registram alta de vendas, expandem espaço e atuação online mesmo com custos crescentes

Save the Children reported an increase in younger people shopping and volunteering in its branches.
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  • As vendas do Save the Children cresceram três por cento no ano passado, com dezembro registrando onze por cento a mais que o mesmo mês do ano anterior, totalizando mais de £1 milhão para as causas.
  • O setor de comércio de caridade ficou abaixo da média do varejo não alimentar (one 1,1%), mas ficou acima da média setorial de 1,4% divulgada pela Charity Retail Association (CRA).
  • Plataformas como Vinted e Depop ajudaram a aumentar o interesse por itens usados, com as grandes organizações registrando demanda crescente nas lojas físicas, segundo Allison Swaine-Hughes, da British Heart Foundation.
  • Mesmo com o crescimento, a lucratividade ficou pressionada por custos de seguridade social e salário mínimo, além do recuo no preço de tecidos descartados, levando o número de lojas beneficentes no Reino Unido a cair quase 80, para 4.304.
  • O voluntariado jovem impulsionou operações: 42% dos novos voluntários tinham entre 18 e 24 anos, reduzindo a média de idade para 28 anos nos últimos cinco anos, o que ajudou a ampliar estoque e adaptar ofertas.

Save the Children registrou alta nas vendas de lojas beneficentes no Reino Unido no ano passado, subindo 3% frente a 2021/22. O desempenho ganhou impulso em dezembro, com 11% a mais de receita e arrecadação superior a £1 milhão para as causas da instituição.

Segundo a Charity Retail Association (CRA), o crescimento médio do setor beneficente foi de 1,4% no ano, acima de 1,1% do varejo não alimentar no Reino Unido. O desempenho também supera a média do comércio varejista como um todo, divulgado pela British Retail Consortium.

Voluntários jovens fortalecem a rede

A Save the Children destacou que a força de voluntários, especialmente entre jovens, ajudou a ampliar operações. Do total de novos voluntários, 42% tinham entre 18 e 24 anos, reduzindo a idade média para 28 anos nos últimos cinco anos.

Embora haja demanda por itens de segunda mão, o setor enfrenta desafios de rentabilidade. A CRA aponta pressões com aumentos da contribuição previdenciária para empregadores e do salário mínimo, além da queda do valor de tecidos descartados para revenda. A rede de lojas também encolheu, com quase 80 pontos a menos, totalizando 4.304 no ano passado.

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