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Xbox está em risco; a Microsoft pode corrigir ou encerrar o serviço

Com a saída de Phil Spencer e Sarah Bond, a Microsoft nomeia Asha Sharma para chefiar a Microsoft Gaming, indicando mudança estratégica em mobile, cloud e PC

A photo illustration featuring Microsoft executives Phil Spencer, Sarah Bond, and Asha Sharma.
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  • Phil Spencer se aposentou da liderança da Microsoft Gaming, encerrando mais de uma década à frente da divisão.
  • Sarah Bond, ex-presidente da Xbox, também deixou a Microsoft, e a gestão passa a Asha Sharma, executiva de IA da Microsoft.
  • A mudança de liderança indica a intenção da empresa de fazer ajustes significativos na estratégia de jogos.
  • A nova definição de estratégia continua buscando Game Pass, expansão para mobile e nuvem, além de aposta no PC, mas há dúvidas sobre execução e resultados.
  • A parceria entre estratégias de conteúdo, aquisição de estúdios e presença em dispositivos diferentes permanece como eixo central, com expectativa de foco maior na consoles e no ecossistema Xbox.

Xbox enfrenta redefinição de liderança e estratégia

Phil Spencer anunciou aposentadoria após mais de uma década à frente da divisão, e sua sucessora prevista, Sarah Bond, também deixou a empresa. A Microsoft designou Asha Sharma, diretora de IA da CoreAI, como nova CEO da Microsoft Gaming, assumindo o controle da unidade. A mudança aponta para ajustes significativos no grupo responsável por Halo, Call of Duty e Minecraft.

A saída de Bond surpreende, já que era a figura associada à liderança operacional da plataforma nos últimos anos. A nomeação de Sharma, executiva com atuação em IA e experiência fora do ambiente de jogos, indica uma guinada na gestão de Xbox. A transição ocorre em meio a pressões de executivos da matriz para melhorar a lucratividade da divisão.

Mudança de liderança e contexto

A transição envolve uma troca de competências entre quem conduziu a estratégia de aquisições e expansão da marca e quem assume com foco em execução e aquisição de usuários. A mudança também reflete tensões entre a meta de crescimento de Game Pass e o retorno financeiro esperado pela casa-mãe.

A estratégia de expansão para mobile e nuvem foi marcada por aquisições como Activision Blizzard King, além de tentativas de levar jogos para além do console tradicional. As dificuldades incluem disputas regulatórias, custos crescentes e ajustes de rentabilidade.

Desafios e próximos passos

O objetivo inicial de tornar o Game Pass universal, com jogos disponíveis em várias telas via streaming, ainda não foi alcançado. A gestão recente enfrentou críticas pela execução e pela comunicação pública sobre metas de crescimento.

Especialistas apontam que o desafio atual não é apenas mudar a liderança, mas reimaginar a estratégia para equilibrar consoles, nuvem e mobile. Asha Sharma pode buscar um caminho mais centrado na execução de operações e aquisição de usuários.

Perspectiva sobre o futuro

Apesar das dificuldades, a gamerXbox permanece relevante no portfólio da Microsoft. A nova liderança deverá definir como manter ativos como Candy Crush e Minecraft como fontes estáveis de receita, ao mesmo tempo em buscar crescimento em plataformas móveis e no ecossistema de PC.

A análise de especialistas indica que o momentum ainda depende de resultados concretos em Game Pass, na loja móvel e na integração entre hardware, software e serviços. O olhar fica voltado para os próximos passos da Microsoft Gaming sob Sharma.

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