- A IDC prevê queda de 12,9% nas remessas de smartphones em 2026, com o volume de envio atingindo o menor patamar em mais de uma década.
- O preço médio de venda deve subir 14%, chegando a US$ 523, conforme a projeção da IDC.
- A escassez de memória RAM, causada pela demanda de IA, deve impactar smartphones e outros dispositivos.
- Companhias menores podem sair do mercado, enquanto Apple e Samsung podem ganhar participação conforme os custos sobem.
- Há rumores de que a Apple anuncie uma edição econômica do iPhone, o chamado “iPhone 17e”, na próxima semana.
O mercado de smartphones pode registrar em 2026 a maior queda já observada, impulsionada pela escassez de memória RAM causada pela demanda de IA. A IDC projeta uma queda de 12,9% nas remessas mundiais neste ano, marcando o menor volume de envios em mais de uma década.
Ao mesmo tempo, o preço médio de venda deve alcançar novo recorde, com alta estimada de 14% para US$ 523 por aparelho. A pesquisa aponta que a estabilização dos preços de memória deve ocorrer apenas em 2027, sem retorno aos níveis anteriores.
A atual carência de RAM não afeta apenas smartphones, mas toda a cadeia de tecnologia, já que grandes empresas de IA compram grande parte dos chips disponíveis para datacenters. A consequência imediata inclui reajustes de preços em dispositivos variados.
A crise pode atrasar lançamentos de produtos e influenciar a agenda de mercado de fabricantes, conforme relatos sobre impactos em itens como consoles e headsets de realidade aumentada. A situação pressiona fabricantes a ajustar estratégias de fornecimento.
Os modelos de entrada devem sentir o impacto mais acentuado, com componentes mais caros elevando o custo final. Analistas da IDC afirmam que marcas menores enfrentam hipóteses de sair do mercado, enquanto Apple e Samsung podem ampliar participação.
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