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Nestlé reestrutura bônus e estende novas regras até o CEO

Nestlé reformula bônus com seis níveis para 271 mil funcionários; teto sobe a 150% para exemplares e faixas inferiores podem receber pouco ou nada

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  • Nestlé reformula o plano de bônus: seis níveis de avaliação para 271 mil funcionários e teto de pagamento até 150% da meta para o nível mais alto.
  • Faixa mais baixa, “insatisfatória”, pode não receber bônus ou receber no máximo 50% da meta; o teto anterior era de 130%.
  • Mudança marca uma guinada cultural, com foco em desenvolver as pessoas e incentivar novos comportamentos.
  • Novo sistema prevê que todos na empresa, inclusive o CEO, sejam avaliados pelos mesmos indicadores, com o crescimento interno real virando critério principal de bônus.
  • A medida ocorre em contexto de desempenho fragilizado e recall de fórmulas infantis; ações da Nestlé caíram cerca de 31% desde 2022.

A Nestlé reformulou seu plano de bônus, elevando o teto para funcionários de alta performance e reduzindo ou eliminando valores para desempenho inferior. A mudança atinge 271 mil colaboradores no mundo todo.

O grupo suíço passará a usar seis níveis de avaliação para definir os pagamentos, em vez dos três anteriores. O nível mais alto, exemplares, pode chegar a 150% da meta, acima do teto anterior de 130%.

Já o patamar mais baixo, insatisfatória, prevê pagamento de até 50% da meta ou nenhum bônus. A medida marca uma guinada em uma empresa historicamente conservadora em remuneração variável.

Um porta-voz afirmou que a ideia é desenvolver as pessoas e mudar o comportamento dentro da organização. Navratil, recém-nomeado CEO, sinalizou que todos, inclusive o CEO, serão avaliados pelos mesmos indicadores.

Na prática, os bônus passarão a depender mais do desempenho do grupo e das divisões, além do desempenho individual. A mudança ocorre em meio a projeções de crescimento moderado da Nestlé para o ano.

A companhia informou aos funcionários que os resultados ficarão mais ligados ao desempenho operacional. A Nestlé vem enfrentando demanda volátil, queda de volumes e custos elevados, além de recall recorde de fórmulas infantis.

A medida acompanha uma tendência do setor. A Unilever já reduziu o peso de metas individuais para o bônus, vinculando-os ao desempenho do departamento do gestor.

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