- Governo avalia medidas para aliviar o peso dos empréstimos estudantis Plan 2, após semanas de pressão.
- Tesouro e o Departamento de Educação estudam opções, incluindo ajuste do limiar de pagamento para estudantes formados.
- O congelamento do limiar de £ 29.385 por três anos, até 2030, pode permanecer ou ser revisto, com possível impacto de até £ 300 adicionais por ano nos pagamentos.
- Críticas à fórmula de juros envolvem o uso do índice de inflação (RPI) mais 3%, que resulta em cobrança elevada e imposto efetivo de até 51% sobre parte da renda.
- Lideranças políticas divergem: a premiê Kemi Badenoch defende mudanças, enquanto o líder trabalhista afirma que o atual sistema é falho e propõe tornar o programa mais justo, sem anunciar medidas para a próxima semana.
Ministros do governo estudam medidas para aliviar o peso dos empréstimos estudantis Plan 2. A ideia é reduzir o impacto de parcelas maiores para graduados, após semanas de pressão sobre a política.
O Tesouro e o Departamento de Educação avaliam opções que tragam alívio aos formados que têm empréstimos acima do valor original. A discussão envolve mudanças que poderiam evitar aumentos de parcelas.
Pelo menos até o fim do período, o governo avalia aumentar o limite de renda para início de pagamento ou reverter o congelamento do teto de 29.385 libras, que deve permanecer inalterado até 2030. A medida pode reduzir cobranças futuras.
A pressão vem de parlamentares do Partido Trabalhista, que defendem revisar o congelamento para tornar as cobranças mais justas. A expectativa é que mudanças não sejam anunciadas no próximo orçamento de primavera.
A oposição sustenta que o sistema atual, que usa o índice RPI mais 3% para calcular as parcelas, eleva impostos sobre rendimentos mais altos, com alunos pagando uma tarifa efetiva alta. O governo mantém a revisão como prioridade.
O governo já sinalizou abertura para ajustar o formato de reembolso, sem, porém, confirmar um plano definitivo. A meta é tornar o sistema mais equilibrado para graduados, sem comprometer a trajetória fiscal.
Contexto político aponta que o tema permanece sensível. O líder trabalhista critica o que chama de falha de comunicação e promete manter o debate público. O ministério observa impactos econômicos em estudo contínuo.
Análises indicam que aumentos moderados no teto de pagamento poderiam reduzir o número de casos em que alunos começam a pagar ainda antes de atingirem salários elevados. O governo continua avaliando opções com base em dados recentes.
A discussão também envolve impactos sobre o custo da educação, condições de mercado de trabalho e reajustes salariais. Fontes próximas ao processo dizem que a revisão é parte de um pacote maior de reformas estudantis.
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