Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasilEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

China avalia decisão Suprema Corte dos EUA sobre tarifas; lutar é prejudicial

China avalia decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas e pede o fim de medidas unilaterais, afirmando que o conflito é prejudicial

Yantian port in Shenzhen, Guangdong
0:00
Carregando...
0:00
  • A China afirmou estar fazendo uma avaliação completa da decisão da Suprema Corte dos EUA que rejeitou várias tarifas de Trump e pediu a Washington que retire medidas tarifárias unilaterais.
  • O Ministério da Comércio chinês disse que tarifas unilaterais violam regras de comércio internacional e leis internas, e são prejudiciais para ambas as partes.
  • A decisão ocorreu poucos dias após a mais alta corte dos EUA derrubar parte das tarifas utilizadas no conflito comercial, incluindo algumas voltadas à China.
  • Horas depois, o ex-presidente Donald Trump anunciou nova tarifa de 10% sobre importações de todos os países, que subiria para 15%.
  • A China acompanhará de perto a situação e defenderá seus interesses, em meio à expectativa de uma visita de Trump à China no fim de março e início de abril para encontro com Xi Jinping.

A China informou que está fazendo uma “avaliação completa” da decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas e pediu a Washington que retire as medidas unilaterais que afetam parceiros comerciais. O ministério chinês do Comércio afirmou que o confronto entre os dois países é prejudicial.

A decisão judicial norte-americana derrubou várias tarifas usadas pelo governo de Donald Trump em uma guerra comercial global, inclusive algumas aplicadas à China. Em resposta, Trump anunciou rápidas medidas de fiscalização que, segundo ele, teriam efeito de 10% sobre importações, com possível aumento para 15%.

O ministério chinês reiterou que as tarifas unilaterais violam regras comerciais internacionais e a lei interna dos EUA, e destacou que a cooperação entre as duas nações é benéfica para ambas as partes. O país asiático afirmou que vai acompanhar de perto o desdobramento.

Gao Lingyun, pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Sociais, foi citado pela Global Times dizendo que as tarifas parecem ser usadas como ferramenta política e que a política tarifária deve basear-se em avaliações rigorosas, não em escolhas políticas.

A Suprema Corte dos EUA invalidou tarifas impostas por Donald Trump a potências asiáticas, entre elas China, Coreia do Sul, Japão e Taiwan, áreas centrais de cadeias globais de suprimentos. A decisão aumenta a incerteza sobre a estratégia tarifária.

A Coreia do Sul afirmou que continuará a dialogar com os EUA para manter o equilíbrio de interesses, destacando preocupações setoriais em automóveis, baterias e chips. As autoridades buscam proteger a competitividade de exportação sul-coreana.

A Índia informou ter adiado uma delegação comercial prevista a Washington, citando incertezas tarifárias decorrentes da decisão norte-americana. O país tinha acordo para compra de itens americanos valuados em até US$ 500 bilhões ao longo de cinco anos.

Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou para riscos para os negócios, pedindo previsibilidade. Ela enfatizou que novas tarifas devem ser definidas com clareza para evitar novos contenciosos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais