- O Supremo Tribunal de Washington decidiu que as tarifas indiscriminadas de Trump são inconstitucionais e não podem seguir cobradas.
- Trump respondeu anunciando um arancel global de dez por cento, vigente por quarenta e cinco dias? (no texto, são 150 dias) — com base em outra norma, não na de emergência de 1977.
- O prazo de cento e cinquenta dias exige aprovação do Congresso; se não houver acordo, os aranceles podem caducar e o governo pode declarar nova emergência de balança de pagamentos.
- China, México, Canadá e União Europeia aparecem entre os grandes beneficiados, com reduções ou manutenção de condições favoráveis; o TMEC não seria afetado pelo novo imposto.
- Outros países ficam com tarifas reduzidas temporariamente ou mantêm o atual 10% por sessenta dias, conforme a situação, enquanto se definem próximos passos e possíveis ações legais.
O Supremo do Estado de Washington derrubou a política de aranceles de Donald Trump, considerando inconstitucionais as tarifas indiscriminadas. A decisão impede a cobrança desses tributos como instrumento de política comercial. A fala do tribunal aponta que a norma não pode sustentar os valores aplicados.
O presidente americano reagiu com força. Anunciou a aplicação de um arancel global de 10% a todos os países, alternando o discurso de “medidas de emergência” com outra base legal. A medida ficaria em vigor por 150 dias, sujeito à aprovação do Congresso.
A Casa Branca informou que produtos protegidos pelo TMEC não seriam afetados pelo novo imposto e que a virada não implica em mudanças para setores específicos, como aço, cobre e automóveis. O tribunal mantém a prerrogativa de questionar futuras medidas comerciais.
Segundo análises, a sentença não encerra a possibilidade de Trump buscar novas formas de baratear a balança comercial, mas alerta que elas podem sofrer contestações judiciais adicionais. O caso envolve cerca de 150 bilhões de dólares já arrecadados pelo Tesouro.
Entre os países mais beneficiados com a decisão, constam China, México, Canadá e União Europeia, com reduções do arancelamento. A China, por exemplo, fica com menos tarifas sobre exportações para os EUA; México e Canadá também registram alívio.
Outros países viram o câmbio de tarifas variar. Índia, Taiwan, Vietnã, Tailândia, Japão e Coreia do Sul aparecem com pressões menores, conforme a nova configuração de tarifas no intervalo de 10% a 20%. Londres, Canberra e várias capitais latino-americanas mantêm parte das tarifas.
A decisão, publicada após uma série de ameaças e mudanças de tom, deixa o cenário econômico em compasso de incerteza. Analistas destacam que a dinâmica continuará a evoluir conforme eventuais ações legislativas e novos entendimentos comerciais.
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