- A Claude AI projeta XRP a oito dólares até dezembro de 2026, partindo de cerca de US$ 1,39 hoje.
- Solana pode chegar a quatrocentos e cinquenta dólares no fim de 2026, partindo de em torno de oitenta e dois dólares.
- Dogecoin poderia ultrapassar o patamar de um dólar, mirando cerca de noventa centavos ou mais, partindo de pouco menos de dez centavos.
- As previsões citam impulsos como ETFs de XRP, parcerias em expansão e ativos tokenizados na rede Solana como fatores de apoio ao otimismo.
- Maxi Doge, novo meme coin, já levantou aproximadamente US$ 4,6 milhões em pré-venda, com rendimento de até 68% ao ano para os participantes.
O Reclacador Claude AI projetou caminhos de preço para XRP, Solana e Dogecoin até o fim de 2026. Segundo a simulação, os três ativos teriam ganhos de pelo menos 5x em relação aos níveis atuais em dezembro de 2026. A análise usa prompts bem calibrados para gerar previsões.
A previsão aponta potencial de valorização contínua com base em cenários de adoção institucional e avanços regulatórios nos EUA. Mercados acompanham avanços como ETFs de XRP e parcerias estratégicas com Ripple, aliados a projetos de tokenização de ativos no ecossistema XRP Ledger.
Segundo o modelo, XRP poderia subir de cerca de US$ 1,39 para US$ 8 até o fim de 2026, marcando um retorno próximo a seis vezes o patamar atual. Indicadores técnicos mostram RSI em 38 e preço abaixo da média móvel de 30 dias, sugerindo entrada atrativa.
XRP: cenário de longo prazo
Ripple reforçou o papel do XRP como centro da estratégia de um sistema de pagamentos global. O XRPL é visto como base para moedas estáveis e ativos tokenizados, o que pode influenciar a demanda. O momentum depende também da aprovação de ETFs com XRP nos EUA.
Solana: previsão de alta além dos US$ 450
Solana opera com TVL de cerca de US$ 6,6 bilhões e valor de mercado próximo de US$ 48 bilhões. O interesse institucional ganhou fôlego com ETFs vinculados à Solana, promovidos por gestores como Bitwise e Grayscale. Após uma correção em 2025, a criptomoeda ficou abaixo de US$ 100 em fevereiro.
O modelo otimista projeta uma valorização para perto de US$ 450 até o fim de 2026, mais de cinco vezes o patamar atual e acima do ATH anterior de US$ 293. Grandes gestores, incluindo Franklin Templeton e BlackRock, vêm emitindo ativos tokenizados na rede.
Dogecoin: possibilidade de superar US$ 0,90
Dogecoin encerrou 2021 com uma máxima histórica em torno de US$ 0,7316, em meio a um rali de varejo. A previsão aponta que o ativo pode superar essa marca, aproximando-se de US$ 0,90 ou mais. A movimentação ocorre em um cenário de adoção real.
O DOGE mantém uso além da especulação, com aceitar pagamentos pela Tesla para mercadorias selecionadas e com suporte de grandes plataformas como PayPal e Revolut para transações. O token mantém uma base de usuários relevante no ecossistema.
Maxi Doge: aposta de meme como complemento
Além das trajadorias de XRP, SOL e DOGE, surge Maxi Doge, uma nova meme coin que já levantou volume considerável em sua rodada de financiamento. O projeto busca explorar a energia dos memes, com uma tokenização baseada no Ethereum e promessa de alto rendimento para quem participa da pré-venda.
MAXI é um token ERC-20, com promessa de emissão em uma rede de prova de participação. Participantes iniciais podem apostar MAXI com rendimento de até 68% ao ano, conforme avanços de arrecadação. O preço atual da pré-venda fica próximo de US$ 0,00028.
Fontes do projeto indicam que o Maxi Doge pode se beneficiar da visibilidade do mercado de meme coins em 2026, além de oferecer uma alternativa com menor impacto ambiental frente a algumas criptomoedas de origem PoW.
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