- Mark Carney visitará New Delhi no início de março (1 e 2) para tratar de um acordo de parceria econômico abrangente com o primeiro-ministro Narendra Modi, segundo o ministro de Ontário, Victor Fedeli.
- Fedeli diz que Canadá busca diversificar alianças além dos Estados Unidos e que o governo federal já ouviu províncias, incluindo Ontário, para as negociações.
- Modi e Carney concordaram, em novembro, em iniciar as conversas para um acordo comercial, com a meta de dobrar o comércio bilateral para 50 bilhões de dólares até 2030.
- Fedeli participa da cúpula global focada em IA em Nova Delhi e busca atrair empresas indianas para investir em Ontário.
- O comércio entre Ontário e Índia cresceu 60% desde 2018, com empresas indianas como HCL, Paytm e Tata Consultancy estabelecendo presença.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, visitará Nova Deli no início de março para discutir com Narendra Modi o roteiro de um acordo de parceria econômica abrangente. A previsão foi anunciada pelo minister de desenvolvimento econômico de Ontário, Victor Fedeli, nesta segunda-feira.
Carney busca ampliar as alianças do Canadá além dos Estados Unidos, principal parceiro comercial, após tarifas impostas pelo então presidente americano. A viagem encerra uma fase de reorientação estratégica do país.
Fedeli informou que a viagem deve ocorrer entre 1º e 2 de março, com atividades em Nova Deli. O objetivo é avançar as negociações comerciais anunciadas em novembro, quando Modi e Carney combinaram iniciar tratativas para alcançar US$ 50 bilhões em comércio bilateral até 2030.
Contexto e objetivos
O governo canadense já promoveu a coleta de contribuições de províncias, incluindo Ontário, para facilitar as discussões. A ideia é estruturar um acordo que fortaleça investimentos e comércio com a Índia.
Fedeli participa de uma cúpula global voltada para IA em Nova Deli e busca atrair empresas indianas para investir em Ontário, ampliando a cooperação econômica entre as regiões.
O comércio entre Ontário e a Índia cresceu cerca de 60% desde 2018, impulsionado pela atuação de empresas indianas como HCL, Paytm e Tata Consultancy Services, que já mantêm operações relevantes no território.
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