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EUA miram terras raras e podem influenciar o Brasil

EUA investem US$ 565 milhões em processamento de terras raras no Brasil, fortalecendo cadeia de minerais críticos e diversificação de suprimentos

Donald Trump critica a reaproximação entre Rússia, Índia e China, alertando para o fortalecimento de laços geopolíticos/ Foto: Daniel Torok – Fonte: FOTOS PÚBLICAS
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  • Governo dos EUA anunciou investimento de US$ 565 milhões em processamento de terras raras no Brasil, para fortalecer a cadeia de minerais críticos.

  • Objetivo é diversificar fornecedores e reduzir a dependência de China, que controla cerca de 80% da produção mundial.

  • Investimento prevê pesquisa, desenvolvimento, instalação de unidades de processamento, capacitação de profissionais e parcerias público-privadas.

  • Brasil possui reservas relevantes, especialmente na região Norte, e a parceria busca acelerar o desenvolvimento, ampliar a capacidade de processamento e exportação.

  • A iniciativa envolve pesquisa e inovação para melhoria de eficiência, sustentabilidade ambiental e social, visando ampliar a participação brasileira no mercado global.

O governo dos Estados Unidos anunciou um investimento de US$ 565 milhões em processamento de terras raras no Brasil. A iniciativa faz parte de uma estratégia para diversificar fornecedores e reduzir a dependência de a China, líder global no setor.

O objetivo é ampliar a produção de terras raras no Brasil, país com grandes reservas. A meta é criar uma cadeia de valor capaz de atender à demanda mundial por minerais essenciais a tecnologias avançadas, como eletrônicos, veículos elétricos e energias renováveis.

O pacote inclui recursos para pesquisa, desenvolvimento e instalação de unidades de processamento, além da capacitação de profissionais e o fortalecimento de parcerias entre setores público e privado. A iniciativa também busca promover sustentabilidade.

Avanços, território e impactos

O Brasil tem vastas reservas de terras raras, especialmente na região Norte, com potencial para gerar empregos e renda local. A cooperação com os EUA pretende acelerar a expansão da cadeia produtiva, ainda em estágio inicial no país.

Atualmente, a China controla cerca de 80% da produção mundial de terras raras, o que torna a diversificação de fornecedores estratégica para indústrias de alta tecnologia. A parceria Brasil-EUA é vista como passo para maior autonomia e segurança de suprimentos.

O Brasil já desenvolve projetos de mineração de terras raras, mas o investimento pode acelerar o ritmo de desenvolvimento, aumentar a capacidade de processamento e ampliar exportações. Analistas veem potencial para o país se tornar ator relevante no mercado global.

Pesquisa, inovação e sustentabilidade

A parceria também prevê ações de pesquisa e inovação para melhorar a extração e o processamento, com foco em eficiência e sustentabilidade ambiental e social. O governo brasileiro enfatiza a importância de fortalecer a cadeia de minerais críticos para uma economia mais competitiva.

A expectativa é ampliar a participação brasileira no mercado mundial de terras raras, contribuindo para a segurança de suprimentos e para o avanço de tecnologias de ponta. A comunicação oficial destaca transparência, responsabilidade e rigor técnico.

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