- Governo dos EUA anunciou investimento de US$ 565 milhões em processamento de terras raras no Brasil, para fortalecer a cadeia de minerais críticos.
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- Objetivo é diversificar fornecedores e reduzir a dependência de China, que controla cerca de 80% da produção mundial.
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- Investimento prevê pesquisa, desenvolvimento, instalação de unidades de processamento, capacitação de profissionais e parcerias público-privadas.
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- Brasil possui reservas relevantes, especialmente na região Norte, e a parceria busca acelerar o desenvolvimento, ampliar a capacidade de processamento e exportação.
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- A iniciativa envolve pesquisa e inovação para melhoria de eficiência, sustentabilidade ambiental e social, visando ampliar a participação brasileira no mercado global.
O governo dos Estados Unidos anunciou um investimento de US$ 565 milhões em processamento de terras raras no Brasil. A iniciativa faz parte de uma estratégia para diversificar fornecedores e reduzir a dependência de a China, líder global no setor.
O objetivo é ampliar a produção de terras raras no Brasil, país com grandes reservas. A meta é criar uma cadeia de valor capaz de atender à demanda mundial por minerais essenciais a tecnologias avançadas, como eletrônicos, veículos elétricos e energias renováveis.
O pacote inclui recursos para pesquisa, desenvolvimento e instalação de unidades de processamento, além da capacitação de profissionais e o fortalecimento de parcerias entre setores público e privado. A iniciativa também busca promover sustentabilidade.
Avanços, território e impactos
O Brasil tem vastas reservas de terras raras, especialmente na região Norte, com potencial para gerar empregos e renda local. A cooperação com os EUA pretende acelerar a expansão da cadeia produtiva, ainda em estágio inicial no país.
Atualmente, a China controla cerca de 80% da produção mundial de terras raras, o que torna a diversificação de fornecedores estratégica para indústrias de alta tecnologia. A parceria Brasil-EUA é vista como passo para maior autonomia e segurança de suprimentos.
O Brasil já desenvolve projetos de mineração de terras raras, mas o investimento pode acelerar o ritmo de desenvolvimento, aumentar a capacidade de processamento e ampliar exportações. Analistas veem potencial para o país se tornar ator relevante no mercado global.
Pesquisa, inovação e sustentabilidade
A parceria também prevê ações de pesquisa e inovação para melhorar a extração e o processamento, com foco em eficiência e sustentabilidade ambiental e social. O governo brasileiro enfatiza a importância de fortalecer a cadeia de minerais críticos para uma economia mais competitiva.
A expectativa é ampliar a participação brasileira no mercado mundial de terras raras, contribuindo para a segurança de suprimentos e para o avanço de tecnologias de ponta. A comunicação oficial destaca transparência, responsabilidade e rigor técnico.
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