- TON nasceu para uso em escala no Telegram, que já soma mais de um bilhão de usuários, buscando embedar Web3 diretamente em um app de consumo.
- A proposta foca em onboarding sem atritos: carteira integrada no Telegram, pagamentos e interações como recursos do app, tornando a experiência praticamente invisível para o usuário.
- NFTs são vistos como objetos sociais, usados em conversas e comunidades, com foco em utilidade e significado social, não apenas especulação financeira.
- Há interesse institucional considerável, com mais de 400 milhões de dólares em Toncoin adquiridos por investidores institucionais neste ano, refletindo maturidade da rede e infraestrutura.
- No momento, TON avança para expansão nos Estados Unidos com foco em regulação previsível, mantendo a rede descentralizada e trabalhando com firmas de inteligência em blockchain para conformidade quando necessário.
TON quer tornar o Web3 parte da experiência de uso diário. A estratégia envolve integrar a infraestrutura Web3 diretamente ao Telegram, que já soma mais de um bilhão de usuários. O objetivo é acelerar a adoção com foco no usuário comum, sem exigir conhecimento prévio de criptomoedas.
A abordagem coloca TON como camada técnica dentro de um aplicativo amplamente utilizado. A ideia é que o ecossistema, a comunidade de desenvolvedores e a integração com o Telegram caminhem juntos, tornando a distribuição uma característica nativa, não um obstáculo de marketing.
A empresa por trás do TON aponta que a onboarding foi redesenhada para ser quase imperceptível. A carteira e as funcionalidades de pagamentos ficam dentro do Telegram, o que reduz fricções associadas a chaves, sementes e taxas, permitindo que usuários interajam com jogos, presentes digitais ou pagamentos com poucos toques.
Onboarding zero-fricção
A carteira do TON funciona integrada ao Telegram, com pagamentos e interações parecendo recursos do app. Assim, muitos usuários não percebem que estão ingressando no universo cripto, pois a experiência de uso permanece simples e fluida.
NFTs como objetos sociais
Entre os destaques está a transformação de NFTs em objetos sociais e culturais, em vez de ativos puramente especulativos. Dentro de conversas e comunidades, os NFTs funcionam como presentes, distintivos e chaves de acesso, vinculados a economia criativa, tendências de fandom e utilidade prática.
Interesse institucional
Dados indicam fluxo de capital institucional para TON, com investimentos significativos em Toncoin. Atinge-se uma visão de maturidade de rede, com infraestrutura de custódia, conformidade e liquidez descrita como de nível institucional, preservando o foco no usuário.
Expansão e regulação nos EUA
A expansão nos Estados Unidos traz desafios regulatórios, mas o ambiente vem ganhando previsibilidade. TON mantém a posição de ser uma camada tecnológica descentralizada, não intermediário financeiro regulado, buscando conformidade apenas quando necessário no nível de aplicações.
Liderança e execução
A nomeação de Max Crown como presidente e CEO reflete a transição para uma fase mais operacional, priorizando confiabilidade, experiência de desenvolvedor e onboarding contínuo à escala. A estratégia enfatiza fundamentos fortes e execução eficiente.
Lições de MoonPay
A experiência anterior de Crown na MoonPay reforça que distribuição e onboarding sem atritos são cruciais. A lição é tornar a experiência de uso tão simples quanto a de serviços tradicionais, reduzindo a necessidade de entender o funcionamento técnico de criptomoedas.
Competição com Ethereum e Solana
Crown destaca a vantagem de TON ao oferecer uma via direta para o consumidor dentro de um aplicativo comum. Enquanto Ethereum brilha pela composabilidade e Solana pela performance, TON aposta na distribuição integrada ao Telegram para chegar a milhares de usuários reais rapidamente.
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