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Bolsa de Buenos Aires mantém estimativa da safra de soja

Soja argentina 2025/26 permanece em 48,5 milhões de t; chuvas adicionais no sul de Santa Fé e Entre Ríos são necessárias para manter o patamar

Colheita de soja na província de Buenos Aires, Argentina
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  • A BdeC manteve a estimativa da safra de soja 2025/26 da Argentina em 48,5 milhões de toneladas, com necessidade de mais chuvas no curto prazo.
  • As chuvas recentes apresentaram heterogeneidade, especialmente no sul da Santa Fé e no centro-leste de Entre Ríos, conforme o relatório semanal.
  • Prevêem-se 25 a 75 milímetros de água no norte do núcleo agrícola argentino nos próximos sete dias, com até 100 milímetros no centro de Santa Fé.
  • A Bolsa de Comércio de Rosário havia estimado a soja em 48 milhões de toneladas, com alta de 1 milhão de toneladas frente à previsão anterior.
  • Para o milho 2025/26, a BdeC manteve a previsão em 57 milhões de toneladas, com o estado das culturas piorando e agricultores aguardando chuvas para reverter o quadro.

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires manteve a previsão da safra de soja 2025/26 em 48,5 milhões de toneladas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira 12, pela instituição, que aponta a necessidade de chuvas adicionais no curto prazo para manter o cenário.

Segundo a BdeC, as chuvas recentes apresentaram grande variação entre regiões, sendo especialmente necessárias novas precipitações no sul da província de Santa Fé e no centro-leste da Entre Ríos. A continuidade de bons aportes hídrico é considerada essencial para a produtividade.

Nos próximos sete dias, a previsão aponta chuva entre 25 e 75 milímetros no norte do núcleo agrícola, com até 100 milímetros no centro de Santa Fé, o que pode favorecer as lavouras conforme o tempo. Ação climática segue como fator central.

Perspectiva da soja

A Bolsa de Rosário estimou a soja em 48 milhões de toneladas, com alta de 1 milhão de toneladas em relação ao cálculo anterior, refletindo ajustes locais de produção.

Para o milho 2025/26, a BdeC manteve a previsão em 57 milhões de toneladas. O estado das culturas teria piorado recentemente, e os agricultores aguardam chuvas para reverter o quadro. A Argentina é o terceiro maior exportador mundial de milho.

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