- A Braskem seria a responsável pelo atraso no pagamento de 3,6 bilhões de reais ao Banco do Brasil, segundo reportagens da Folha de S. Paulo e da Broadcast.
- O valor integra a carteira de TVM (títulos e valores mobiliários) do BB, que elevou a inadimplência acima de 90 dias para 5,17% no quarto trimestre.
- Sem esse caso específico, o índice ficaria em 4,88%; o BB informou que a dívida foi repassada a um fundo de gestão de situações especiais.
- As ações da Braskem caíram cerca de 11% nesta tarde, mesmo com ganho de mais de 25% no ano.
- A Petrobras decidiu não exercer o direito de preferência na possível venda das ações detidas pela Novonor ao Shine FIDC.
As ações da Braskem (BRKM5) caíram mais de 10% nesta terça-feira após relatos de que a empresa seria responsável pelo atraso no pagamento de 3,6 bilhões de reais ao Banco do Brasil. O banqueiro estatal já havia apontado que uma inadimplência em uma única empresa pressionaria o indicador de inadimplência do BB.
Segundo o BB, a inadimplência acima de 90 dias subiu para 5,17% no quarto trimestre, ante 4,51% no terceiro trimestre e 3,16% um ano antes. O banco informou que o caso específico envolve a carteira de TVM, com o valor de 3,6 bilhões de reais, de uma empresa do segmento Atacado. Sem esse caso, o indicador seria de 4,88%.
Mais cedo, o BB indicou que a dívida foi repassada a um fundo gerido por uma gestora de situações especiais. Esta terça-feira trouxe novas informações de veículos de imprensa, com a Folha de S.Paulo e a Broadcast atribuindo a Braskem a responsabilidade pelo atraso no pagamento.
Além disso, Petrobras (PETR4) decidiu não exercer seu direito de preferência na possível venda das ações hoje detidas pela Novonor ao Shine Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada (FIDC). A medida amplia o cenário de volatilidade envolvendo os ativos ligados ao grupo.
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