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Economia do Reino Unido cresce 0,1% e há sinais de otimismo para 2026

Economia do Reino Unido cresce 0,1% no último trimestre, ambiente frágil para 2026, com cortes de juros e medidas fiscais buscando dinamizar consumo e investimento

The Treasury will be hoping that another rate cut, alongside its anti-inflation measures, will cheer up wary consumers and reassure businesses.
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  • A economia do Reino Unido cresceu 0,1% no último trimestre, segundo a Oficina de Estatísticas Nacionais (ONS), mantendo a recuperação aquém do esperado.
  • No acumulado do ano, o PIB aumentou 1,3%, enquanto o PIB per capita subiu 1%, após variações menores no ano anterior.
  • O setor de serviços manteve o rendimento estável no quarto trimestre, e a construção caiu 2,1%, prejudicando metas habitacionais do governo.
  • Economistas destacam fatores externos e medidas internas, como a elevação de imposto sobre a folha de pagamento para empregadores e incertezas com políticas fiscais, apesar de cortes de juros do Banco da Inglaterra (BoE) e medidas para reduzir tarifas.
  • Há sinais de otimismo para 2026: o BoE pode realizar o sétimo corte de juros; o governo promete medidas de redução de preços, incluindo contas de energia, enquanto o investimento das empresas subiu 3,5% em 2025.

A economia do Reino Unido cresceu apenas 0,1% no quarto trimestre de 2025, segundo a Office for National Statistics (ONS). O ganho anual ficou em 1,3%, com o PIB per capita em alta de 1%, refletindo um desempenho abaixo do esperado pela liderança do Labour.

A ONS aponta que o setor de serviços ficou estável no trimestre, enquanto a construção recuou 2,1%. O desempenho fragiliza a meta do Labour de alcançar a maior taxa de crescimento sustentável entre os países da G7.

A adesão de consumidores e empresas a cortes de juros do Banco da Inglaterra desde 2024 não se traduziu em recuperação robusta. Economistas citam fatores externos e medidas domésticas como peças do cenário atual.

O Tesouro destaca impactos externos, como tensões comerciais globais, que afetam cadeias de suprimento e incerteza de investimento. Jornais apontam ainda o efeito de políticas de Reeves sobre a arrecadação e o ambiente de negócios.

Para 2026, há sinais de possível flexibilização adicional da política monetária, com o mercado esperando novo corte de juros, possivelmente já no próximo mês, mesmo com a taxa mantida em 3,75% recente.

Medidas de política econômica, incluindo cortes de energia e ajustes tributários, foram – segundo o governo – projetadas para conter pressões inflacionárias e reanimar a confiança de consumidores e empresas.

Investimento corporativo aumentou 3,5% em 2025, ao passo que recuou no quarto trimestre, segundo a ONS. A orientação do governo é de manter políticas para sustentar produtividade e promover reformas no fiscal e no mercado de trabalho.

Economistas ressaltam que o cenário é sensível a incertezas políticas internas, incluindo potenciais disputas sobre reformas fiscais, o que pode influenciar o tom das previsões para 2026. O analista Thomas Pugh alerta para riscos de contestação interna que poderiam aumentar a volatilidade.

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