Em Alta NotíciasPolíticaFutebolAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Alckmin é contra projeto que prevê quebra de patente de canetas emagrecedoras

Alckmin é contra projeto que quebra patente de canetas emagrecedoras; afirma que a medida afasta investimentos e reduz inovação no país

Geraldo Alckmin — Foto: Luciano Tolentino/EPTV
0:00
Carregando...
0:00
  • O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, declarou ser contra o projeto de lei que prevê a quebra de patente do Mounjaro e do Zepbound, canetas emagrecedoras.
  • Nesta semana, a Câmara aprovou a urgência do projeto, que classifica os medicamentos como de “interesse público”.
  • Alckmin afirmou que a quebra de patente poderia aumentar a oferta de medicamentos, mas ressalta a necessidade de inovação, previsibilidade e investimentos.
  • Ele disse que quebrar patente afasta investimentos e reduz a inovação no país.
  • O ministro também se posicionou contrariamente a uma outra proposta que visa prorrogar o prazo de patente.

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (12) que é contra o projeto de lei que prevê a quebra de patente dos dispositivos usados para emagrecimento, associando Mounjaro e Zepbound a esse formato. O pronunciamento ocorreu após a Câmara aprovar, no mesmo dia, a urgência do texto.

O texto em análise determina que os medicamentos recebam o status de interesse público, o que facilitaria licenças compulsórias. A decisão foi tomada pela Câmara durante sessão nesta semana, elevando a pressão sobre o equilíbrio entre inovação e acesso a medicamentos.

Para Alckmin, a quebra de patente poderia estimular a entrada de novas empresas, aumentando a oferta. Contudo, o ministro avaliou que essa estratégia afasta investimentos e compromete a inovação no país, citando a necessidade de previsibilidade econômica.

O ministro afirmou ainda que também é contrário a uma segunda proposta que prevê a prorrogação do prazo de patente. Segundo ele, manter o atual regime é essencial para manter o ambiente de inovação e o fluxo de investimentos no setor.

A posição do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços é de oposicionismo aos dois projetos em tramitação, com base na promoção de inovação, previsibilidade e atratividade de investimentos. A Câmara continua analisando os textos e pode promover alterações futuras.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais