- Nos EUA, a criação de empregos não agrícolas em janeiro deve somar setenta mil vagas, frente cinquenta mil em dezembro.
- A taxa de desemprego deve permanecer em 4,4% em janeiro, estável em relação a dezembro.
- O ganho salarial médio por hora deve recuar para 3,6% em janeiro, ante 3,8% em dezembro.
- O relatório, originalmente previsto para sexta-feira, foi adiado pela paralisação de três dias do governo federal.
- No pré-mercado, contratos futuros de índices norte-americanos e o ETF EWZ apresentam leve alta.
O pregão de hoje, 11 de fevereiro, será definido pelos números de emprego dos Estados Unidos. O relatório do Departamento do Trabalho deve mostrar alta modesta em janeiro, com menor impacto sazonal em setores ligados ao fim de ano.
Especialistas apontam que a taxa de desemprego pode permanecer em 4,4% e o crescimento salarial anual desacelerar. Políticas de comércio e imigração sob o governo Trump são citadas como fatores que frearam contratações, ainda que cortes de impostos devam sustentar ganhos no longo prazo.
O mercado de trabalho tem enfrentado obstáculos mesmo com o avanço econômico. A incerteza sobre tarifas e a fiscalização imigratória ajudam a moderar o ritmo de contratações. Janeiro costuma registrar mais demissões ligadas ao fim do ano, mas esse ano o efeito pode ser menor.
O relatório de emprego não agrícola deve apontar 70 mil vagas criadas em janeiro, ante 50 mil em dezembro, segundo a Reuters. O dado, originalmente programado para sexta, foi adiado por causa da paralisação federal de três dias.
Perspectivas
Contratos futuros de ações nos EUA e cotas do ETF EWZ mostram leve alta no pré-mercado, refletindo expectativa de dados.
Indicadores
- Brasil: Índice de Preços ao Produtor (dez): ND.
- EUA: Emprego não agrícola (jan): esperado 70 mil; anterior 50 mil.
- Taxa de desemprego (jan): esperado 4,4%; anterior 4,4%.
- Salário médio por hora (jan): esperado 3,6%; anterior 3,8%.
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