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Filhos de Trump movimentam US$ 1,4 bilhão em criptomoedas

Filhos de Trump levantam US$ 1,4 bilhão em criptomoedas pela World Liberty Financial, com aporte de Abu Dhabi e integração à carteira da Binance

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Donald Trump Jr.: filho do presidente dos EUA mira em mercado estável de criptomoedas (Mark Kauzlarich/Reuters)
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  • Filhos de Donald Trump, Eric Trump, Donald Trump Jr. e Barron Trump, por meio da World Liberty Financial, levantaram mais de US$ 1,4 bilhão em criptomoedas em cerca de quinze meses.
  • O grupo também envolve Zach Witkoff e Brandon Lutnick; a operação superou a velocidade de geração de riqueza em relação aos negócios tradicionais da família.
  • Uma aquisição de 49% da World Liberty Financial por entidades ligadas ao governo de Abu Dhabi, estimada em US$ 500 milhões, rendeu cerca de US$ 187 milhões à família Trump, com ~31% indo para Witkoff.
  • O investimento árabe não conferiu participação nos lucros futuros e gerou questionamentos regulatórios, nos EUA e no exterior.
  • A empresa passou a buscar integração com a carteira da Binance, planeja novos produtos e apresentação de estratégia para 2026 no dia 18 de fevereiro, em fórum com David Solomon, CEO do Goldman Sachs.

Os filhos do presidente dos EUA, Donald Trump, investem rapidamente no mercado de criptomoedas por meio da World Liberty Financial. O projeto, criado há cerca de 16 meses, já gerou mais de US$ 1,4 bilhão para seus principais envolvidos. Eric Trump, Donald Trump Jr. e Barron Trump lideram, ao lado de Zach Witkoff e Brandon Lutnick, filhos de figuras de destaque do governo.

Segundo estimativas do Wall Street Journal, com base em registros da Trump Organization, o valor arrecadado em pouco mais de um ano aproxima-se do montante obtido pelo grupo com hotéis e campos de golfe em torno de sete anos. Ou seja, os filhos aceleraram a geração de riqueza em relação ao patriarca.

A participação de Trump na gestão da empresa é negada pela Casa Branca, mas a influência política é citada como fator para atrair investidores estratégicos. Uma venda de 49% da World Liberty Financial a entidades ligadas ao governo de Abu Dhabi movimentou cerca de US$ 500 milhões.

Investimento de Abu Dhabi

A operação foi liderada por Tahnoun bin Zayed Al Nahyan, vice-governante de Abu Dhabi. O negócio, fechado dias antes da posse de Trump para o seu segundo mandato, gerou dúvidas regulatórias nos EUA e no exterior. A família Trump recebeu aproximadamente US$ 187 milhões com a transação.

De acordo com registros, cerca de 31% do valor ficou com entidades ligadas aos Witkoff. O acordo não garantiu participação direta nos lucros futuros aos investidores árabes, gerando debates sobre a natureza estratégica da operação.

Rumos da empresa e próximos passos

A empresa, que já teve atuação pública inicial para apoiar o setor cripto, passou a ser estruturada como fundador sem função executiva. Além disso, a proximidade entre as famílias favoreceu o networking, mas não livrou a projeto de atritos com investidores institucionais.

A World Liberty Financial foca hoje em finanças descentralizadas e na parceria com a carteira da Binance. A expectativa é lançar novos produtos nos próximos meses. Em 18 de fevereiro, os fundadores apresentarão a estratégia para 2026 em fórum com a presença de David Solomon, CEO do Goldman Sachs.

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