- O Ibovespa fechou em 186.242,98 pontos, acima de 186 mil pela primeira vez, com apoio das ações Itaú Unibanco, Vale e Petrobras, e sustentado por ajuste de Wall Street.
- O pregão registrou volume financeiro de cerca de R$ 25 bilhões.
- O dólar à vista caiu 0,59%, fechando em R$ 5,1886, o menor fechamento desde 28 de maio de 2024, e acumula baixa de 5,47% no ano.
- A fraqueza do dólar ocorreu em meio a fluxo de capitais para emergentes e a recuperação de bolsas externas, com o iene fortalecendo ante o dólar.
- O iene ganhou fôlego após a vitória da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi, com o dólar próximo de 155,70 iene; houve ainda relatos de reguladores chineses aconselhando reduzir exposição a títulos do Tesouro dos EUA.
O dólar fechou em queda frente ao real nesta segunda-feira (9), pressionado por fatores externos, enquanto as ações de referência do Brasil mantiveram o impulso. A divisa encerrou em 5,1886 reais, abaixo de 5,20, com queda de 0,59%.
O Ibovespa acompanhou o movimento positivo, atingindo pela primeira vez 186 mil pontos, fechando em 186.242,98 pontos, com alta de 1,80%. Os papéis Itaú Unibanco, Vale e Petrobras puxaram o desempenho, acompanhados por compreensão de fluxo global.
O dia também teve negócios fortes no pregão, com volume em torno de 25 bilhões de reais antes dos ajustes. O recuo do dólar ocorreu em meio a menor índice DXY e a fluxo de capitais para emergentes, apoiando moedas locais.
Ibovespa em alta impulsionado por blue chips
O avanço do Ibovespa foi sustentado por papéis de peso, que lideraram a sessão. O índice chegou a 186.460,08 pontos na máxima, diante de ganhos generalizados no setor, elevando o patamar histórico para o indicador.
Âmbito internacional favoreceu o humor de risco, com bolsas dos EUA, da Europa e do Japão em alta. Além disso, investidores monitoram dados de varejo, inflação e emprego nos Estados Unidos ao longo da semana.
Dólar acompanha cenário externo e iene se fortalece
O dólar recuou ante várias moedas, destacando o real. Entre fatores, o yen japonês ganhou força após a vitória da primeira-ministra Sanae Takaichi, influenciando fluxos globais.
Analistas ressaltam que movimentos cambiais no Japão ajudam a explicar parte da queda do dólar frente a moedas emergentes. O governo japonês acompanha de perto a volatilidade cambial, segundo autoridades locais.
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