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China busca óleos substitutos mais baratos que o óleo de palma, como a canola

China mira óleos alternativos mais baratos, como canola, após acordo com o Canadá, o que pode reduzir ainda mais as importações de óleo de palma neste ano

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • A China busca óleos alternativos mais baratos que o palma, como canola e soja, para atender a demanda interna.
  • Um acordo com o Canadá facilita a importação de óleo de canola mais barato e aumenta as compras de canola australiana.
  • As exportações de óleo de palma da Malásia para a China caíram 35,7% no ano passado, segundo o Conselho de Óleo de Palma da Malásia.
  • O governo da Indonésia planeja elevar impostos em março, o que pode favorecer a Malásia em seus embarques.
  • Analistas apontam que, mesmo com a queda de preços, a China deve seguir aumentando as importações de óleo de soja, limitando a demanda por palma.

O risco de subsistência de óleo de palma na China está levando o país a buscar opções mais baratas, como canola e soja. Um acordo recente com o Canadá facilita a importação de óleo de canola, aliado ao incremento das compras de canola australiana.

Especialistas e comerciantes afirmam que, junto com o aumento das importações de soja e a expansão da atividade de esmagamento, as importações de óleo de palma devem recuar neste ano. A avaliação é de Anilkumar Bagani, chefe de pesquisa de commodities da Sunvin Group, com sede em Mumbai.

A demanda chinesa por óleo de palma já caiu em função da competição de preços e de outras opções. Também impactam fatores de preço no curto prazo, com a China monitorando cotações locais em Dalian e buscando alternativas mais baratas.

Mercado e impactos regionais

O MPOB, órgão da Malásia, informou queda de 35,7% nas exportações de óleo de palma para a China no ano passado. A indústria aponta que o recuo foi influenciado pela maior disponibilidade de canola e soja no mercado.

Por outro lado, o analista observa que a Malásia pode se beneficiar de um plano de aumento de impostos na Indonésia, previsto para março, o que pode alterar fluxos de exportação. A dinâmica entre concorrentes afeta a China.

A Indonésia mantém forte produção de palma e óleo de soja, o que sustenta uma visão de queda moderada nos preços neste ano. Mesmo com essa tendência, a China deve seguir elevando importações de óleo de soja, limitando a demanda por palma.

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