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Caso Master coloca em xeque a autonomia do BC, diz líder do PT na Câmara

Líder do PT na Câmara afirma que o caso Banco Master coloca em xeque a autonomia absoluta do Banco Central e defende autonomia relativa, com maior alinhamento entre políticas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, afirmou, em entrevista ao Mercado Aberto, que a autonomia do Banco Central deve ser revista diante do caso Banco Master e das altas taxas de juros.
  • Ele disse que a condução da política monetária e a fiscalização do BC permitiram irregularidades que prejudicaram investidores e o setor público, abrindo espaço para críticas à independência da instituição.
  • Uczai defende uma autonomia relativa do Banco Central e alerta para o risco de desalinhar políticas monetária, fiscal e econômica, o que, segundo ele, pode travar o desenvolvimento.
  • O deputado elogiou Gabriel Galípolo pela liquidação do Banco Master, mas manteve críticas à política de juros e disse que o tema deve ser debatido com o ministro da Fazenda.
  • Segundo ele, o descompasso entre políticas econômicas pode reduzir a capacidade produtiva do Brasil, reforçando a necessidade de discutir a autonomia do BC.

O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, afirmou que a autonomia do Banco Central deve ser revisada à luz do caso Banco Master e das taxas de juros elevadas. A declaração foi feita durante participação no programa Mercado Aberto, do Canal UOL.

Segundo o deputado, a condução da política monetária e a fiscalização do BC permitiram irregularidades graves que prejudicaram investidores e o setor público, abrindo espaço para questionamentos sobre a independência da autoridade monetária.

Uczai defende uma autonomia relativa do Banco Central e criticou a falta de sintonia entre políticas monetária, fiscal e econômica. Ele disse que a dissonância entre essas áreas pode frear o desenvolvimento do país.

O deputado elogiou a atuação de Gabriel Galípolo na liquidação do Banco Master, entendida como correta e no tempo adequado. Em contrapartida, criticou a política de juros do BC e sinalizou que continuará cobrando debate com o Ministério da Fazenda.

Para Uczai, a discussão sobre o tema deve contemplar ajustes na autonomia do BC e a necessidade de alinhar políticas públicas. Ele afirmou que a questão envolve o futuro da produtividade e do crescimento econômico.

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