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Viajantes de alto patrimônio contratam estilistas para criar roteiros

Viagens de moda sob medida, guiadas por stylists, elevam o turismo de luxo em 2026 com roteiros de cinco dígitos em destinos alternativos

Viajantes de alto patrimônio (HNW) estão em busca de experiências autênticas em vez de compras de luxo
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  • Viagens de moda sob medida ganham espaço, com clientes pagando cinco dígitos por roteiros criados por stylists renomados.
  • Destinos procurados vão além das capitais tradicionais: Índia, com herança têxtil; Copenhague, pela inovação em design sustentável; Antuérpia; Lagos e Seul também estão em pauta.
  • Os roteiros costumam incluir encontros com artesãos, visitas a ateliês e imersões em lugares como Rajastão e Kyoto, indo além do luxo.
  • O perfil dos clientes costuma ficar entre 35 e 55 anos, são profissionais bem-sucedidos que enxergam o estilo pessoal como forma de comunicação.
  • O investimento típico envolve valores entre US$ 18.500 e US$ 62.000 por semana, incluindo hospedagem, consultoria, curadoria e orçamento para criação ou aquisição de peças.

Quase um novo nicho surge no turismo de alto padrão em 2026: viajantes contratam stylists para criar roteiros sob medida. Companhias destacam que interesses ligados ao estilo de vida moldam as escolhas de viagem, com roteiro customizado ganhando destaque entre consumidores de alto patrimônio.

De acordo com o Marriott Bonvoy, o público segue valorizando experiências exclusivas. Pesquisas apontam que mais da metade dos adultos no Reino Unido já viajou motivado por uma paixão pessoal, transformando férias em imersões.

Especialistas afirmam que viagens com stylists premiados chegam a cinco dígitos. Itinerários costumam incluir hospedagem de luxo, visitas privadas a ateliês e aprendizado artesanal, indo além do simples consumo de moda.

Destinos além dos clássicos

A busca por narrativas autênticas de design leva viajantes a destinos como Índia, Marrocos, Copenhague e Antuérpia. Capitais da moda emergentes ganham espaço, com interesse também em Lagos e Seul, que unem estética tradicional e inovação.

Executivos e criativos com perfil de alto nível costumam planejar roteiros de uma semana que mesclam aprendizado de técnicas têxteis, arquivos de casas de moda e visitas a ateliers fora dos grandes centros.

O que envolve o investimento

Os roteiros variam conforme o objetivo, incluindo consultoria de styling, acesso a arquivos e cursos com mestres artesãos. Programas de cinco dias na Índia, por exemplo, são citados como referência para entender estamparia em blocos.

Os valores de uma jornada completa costumam ficar entre US$ 18.500 e US$ 62.000, dependendo da complexidade. O preço abrange hospedagem, serviços de curadoria, acesso exclusivo a ateliês e orçamento para peças.

Para muitas clientes, as viagens passam a ter função terapêutica, associando reconexão com artesãos e com histórias por trás das roupas. O objetivo é transformar a percepção da moda, não apenas consumi-la.

Perfil dos viajantes

Entre 35 e 55 anos, os clientes costumam ocupar cargos de gestão ou liderança criativa. Eles enxergam o estilo pessoal como forma de comunicação estratégica e valorizam experiências genuínas, conectadas a cultura e artesanato.

Especialistas observam que o turismo de moda de alto padrão está se tornando mais estratégico e menos transacional, com viagens que conectam pessoas, tradições e design em diferentes regiões do mundo.

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