- No intervalo do Super Bowl LX, em fevereiro de 2026, o custo médio de um comercial de 30 segundos fica em torno de US$ 8 milhões, com espaços negociados até US$ 10 milhões, segundo a NBCUniversal.
- O investimento total por anunciante costuma ser bem maior que o valor do tempo de TV, pois inclui produção de alto nível, contratos com celebridades e ações digitais, elevando o gasto para além de US$ 10 milhões.
- Além do espaço de mídia, as campanhas envolvem produção, celebridades e ativação digital, somando milhões extras ao orçamento por anunciante.
- Historicamente, o preço subiu ao longo das décadas: início dos anos 2000, pouco mais de US$ 2 milhões; em 2015, US$ 4,5 milhões; em 2023, receitas de inserções comerciais passaram de US$ 7 milhões por anúncio, acompanhando a audiência elevada.
- A final da NFL manteve audiências em torno de 100 milhões de espectadores nos Estados Unidos, sustentando a valorização dos espaços publicitários.
O intervalo do Super Bowl LX, em fevereiro de 2026, volta a atingir patamar recorde de preços para comerciais de 30 segundos. Dados da NBCUniversal indicam média de cerca de US$ 8 milhões por anúncio, com espaços negociados até US$ 10 milhões na transmissão da NFL.
Além do tempo de TV, o investimento total das marcas costuma superar o gasto com a mídia. Produção de alto nível, contratos com celebridades e ativações digitais elevam o orçamento para além de US$ 10 milhões por anunciante.
O valor atual mostra uma trajetória de valorização da publicidade do evento ao longo dos anos. A cada edição, a demanda por espaços cresce, mantendo o Super Bowl como o espaço televisivo mais cobiçado nos EUA.
Contexto histórico
No início dos anos 2000, um comercial de 30 segundos custava pouco mais de US$ 2 milhões. Em 2015, durante o Super Bowl 50, o preço já passava de US$ 4,5 milhões.
Em 2023, a final da NFL gerou mais de US$ 7 milhões de receita por anúncio. A tendência de alta permaneceu, acompanhando audiências superiores a 100 milhões de espectadores nos EUA.
As informações destacam a escala de investimento das marcas e a complexidade de campanhas vinculadas ao intervalo do Super Bowl, que vão além do espaço televisivo. A audiência global sustenta a valorização contínua desse espaço.
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