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Ouro da Olimpíada de Inverno 2026 é a medalha mais valiosa da história

Com ouro e prata em alta, medalhas de Milão-Cortina devem valer mais no mercado de revenda, com ouro estimado em cerca de US$ 1.940 e prata em US$ 1.000

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Medalha de ouro de Breezy Johnson, dos Estados Unidos
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  • Milão-Cortina 2026 promete medalhas mais valiosas, com a prata cerca de três vezes e o ouro aproximadamente o dobro do valor de Paris 2024.
  • As medalhas de ouro são feitas com cerca de quinhentos gramas de prata e banho de seis gramas de ouro; as de prata contêm quinhentos gramas de prata.
  • Projeções indicam ouro avaliado em cerca de US$ 1.940 e prata em torno de US$ 1.000, com preços de referência para 2026 (ouro US$ 4.690 e prata US$ 64 por onça troy).
  • A casa de leilões RR Auction aponta valor ainda maior em venda futura: ouro entre US$ 60.000 e US$ 80.000 por medalha; prata perto de US$ 1.399.
  • Historicamente, medalhas de ouro já alcançaram valores expressivos em leilões, como US$ 124.000 apenas pela medalha de Paris 2024, reforçando o apelo colecionável dos itens olímpicos.

As medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 devem valer mais do que as anteriores, impulsionadas pela alta do ouro e da prata. O aumento de preços nos metais desde o anúncio dos vencedores eleva o potencial de revenda dos ornamentos, mesmo após as competições.

A cotação do ouro e da prata oscila bastante, mas o ouro está cerca do dobro do valor observado na edição de Paris 2024; a prata também está significativamente mais cara. Em Milão-Cortina, as medalhas são compostas por 500 g de prata com banho de 6 g de ouro para as de ouro, enquanto as de prata contêm 500 g de prata.

Projeções

Segundo Stephen Hare, economista-chefe da Oxford Economics, as medalhas de ouro devem valer por volta de US$ 1.940 e as de prata, US$ 1.000, com projeções de preços para 2026 que antecipam o ouro a US$ 4.690 e a prata a US$ 64 por onça troy. As estimativas tentam reduzir a volatilidade recente de mercado.

Autoria de projeções aponta que as medalhas de Milão-Cortina superam as de Pequim 2022, quando o ouro foi avaliado em US$ 700 e a prata em US$ 350 na avaliação da Oxford Economics. Em outra perspectiva, a Dillon Gage Metals destaca valores ainda maiores, estimando ouro em US$ 2.357 e prata em US$ 1.399 por medalha, com cotações de referência diferentes.

Hare aponta expectativa de que a prata possa manter uma valorização de cerca de 2% até 2028, o que sugeriria leve aumento no valor das medalhas conquistadas neste ciclo olímpico em relação a Milão-Cortina.

Valor de revenda

A possibilidade de vender rapidamente as medalhas após os Jogos pode gerar pagamentos expressivos, segundo especialistas ouvidos pela imprensa. Leilões de ouro podem chegar a faixas entre US$ 60 mil e US$ 80 mil por medalha dourada, dependendo do prestígio do atleta e da demanda de colecionadores.

A explicação para valores elevados está na raridade e no interesse de coleções, não apenas no conteúdo de metal precioso. Atletas famosos em esportes populares tendem a ampliar o valor de mercado de suas medalhas em leilões.

Medalhas do passado

Casos anteriores mostram leilões de medalhas de alto valor, com exemplo de Greg Louganis apresentando recordes de venda que superaram US$ 400 mil. Medalhas de Paris 2024 também já foram vendidos por valores expressivos, demonstrando o apelo de itens olímpicos entre colecionadores.

Leilões envolvendo nadadores e atletas históricos tiveram resultados notáveis, variando conforme o histórico do atleta e a raridade da medalha. Em anos recentes, medalhas de ouro de edições antigas chegaram a alcançar valores superiores a centenas de milhares de dólares.

Panorama atual do ouro e da prata

Às vésperas do fim de fevereiro, o preço do ouro flutuava próximo de US$ 4.973,30 a onça e a prata à vista em US$ 77,02 a onça. A valorização histórica recente de ambos os metais elevou a expectativa de reversão de preços, embora haja volatilidade determinada por fatores econômicos e geopolíticos.

Analistas apontam que a volatilidade deve permanecer no curto prazo, com movimentos influenciados por notícias econômicas e decisões de política monetária. O cenário sugere que o mercado acompanhará de perto novas variações nas cotações de ouro e prata nos próximos meses.

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