- O Ibovespa fechou em alta, 1,2%, aos 112.350 pontos, impulsionado pelo balanço positivo do Itaú Unibanco, com lucro líquido de R$ 8,2 bilhões no quarto trimestre de 2025 (crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2024).
- O petróleo Brent caiu 2,3%, a US$ 78,50 o barril, e o minério de ferro recuou 1,8%, a US$ 122,30 a tonelada, pressionando ativos de commodities.
- O dólar comercial ficou 0,5% mais baixo, a R$ 5,20, após o Banco Central sinalizar a manutenção da taxa básica de juros em 13,75% ao ano por tempo indeterminado.
- Petrobras teve queda de 2,1%, e Vale, de 1,5%, refletindo o desempenho negativo do segmento de commodities, enquanto o setor bancário foi impulsionado pelo avanço do Itaú.
- O mercado permanece atento aos próximos indicadores econômicos e às decisões do Federal Reserve, com expectativa de continuidade da trajetória de alta do Ibovespa.
O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, impulsionado pelo balanço positivo do Itaú Unibanco, que registrou lucro líquido de R$ 8,2 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 15% frente ao mesmo período de 2024. O índice avançou 1,2%, encerrando aos 112.350 pontos.
Por outro lado, o petróleo Brent e o minério de ferro recuaram, pressionados por fatores externos. Brent caiu 2,3%, para US$ 78,50 o barril, e o minério de ferro caiu 1,8%, para US$ 122,30 a tonelada.
A instabilidade mundial, preocupações com a economia chinesa e a possibilidade de alta de juros nos EUA contribuíram para a volatilidade de commodities. Mesmo assim, o ambiente corporativo brasileiro e a política monetária mais conservadora ajudam a sustentar o avanço do índice.
O dólar comercial caiu 0,5%, para R$ 5,20, refletindo o humor doméstico. O Banco Central sinalizou que manterá a taxa básica em 13,75% ao ano por tempo indeterminado para evitar valorização excessiva do real.
No fechamento, o setor bancário ficou entre os destaques positivos, com o Itaú impulsionando o desempenho. Entre as commodities, as quedas pesaram no restante do pregão, impactando outras ações.
As ações da Petrobras recuaram 2,1%, enquanto as da Vale caíram 1,5%, contribuindo para a dispersão entre os papéis de commodities e financeiras. Mesmo assim, o mercado manteve o viés de alta, respaldado por resultados corporativos.
- Movimentação externa e indicadores futuros
Acompanham-se próximos indicadores econômicos e decisões do Federal Reserve, que podem influenciar o cenário global e o desempenho do Ibovespa no curto prazo. A percepção de estabilidade na política monetária continua a sustentar o apetite por risco.
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