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FDA mira mercado de pílulas emagrecedoras falsas nos EUA

Food and Drug Administration (FDA) intensifica fiscalização sobre imitações não autorizadas de pílulas para emagrecimento, após Hims & Hers vender versão com descontos do Wegovy

O FDA disse que vai reprimir a venda de imitação de medicamentos para perda de peso, como os comercializados pela Hims & Hers nos EUA
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  • A FDA disse que vai reprimir imitações não autorizadas de medicamentos para perda de peso, como Wegovy, para proteger os pacientes.
  • A Hims & Hers Health informou que venderia uma versão mais barata da Wegovy; a Novo Nordisk classificou a ação como ilegal e prometeu tomar medidas legais.
  • O comissário da FDA, Marty Makary, afirmou que tomará medidas contra empresas que vendem imitações de pílulas para emagrecimento.
  • Os recibos de depósito da Novo nos EUA subiram 5,1% após a notícia; as ações da Hims caíram cerca de 13% no pregão posterior ao fechamento.
  • O governo avalia encaminhar o caso ao Departamento de Justiça; a Hims já havia recebido carta de advertência em episódios anteriores.

O FDA afirmou que vai reprimir a imitação não autorizada de medicamentos de perda de peso, como as versões vendidas pela Hims & Hers Health. A medida visa proteger pacientes de produtos cuja qualidade, segurança e eficácia não podem ser verificadas.

A Hims anunciou, na quinta-feira, a venda de uma versão mais barata da Wegovy, droga da Novo Nordisk. A Novo Nordisk classificou a ação como ilegal e prometeu medidas legais para proteger pacientes.

Na sexta, o comissário da FDA, Marty Makary, disse que ações serão tomadas contra empresas que vendem imitações de pílulas para emagrecimento. A agência busca impedir produtos com ingredientes ativos não verificados.

Empresas farmacêuticas, incluindo Eli Lilly e Novo Nordisk, já cobravam mais fiscalização da FDA para conter medicamentos de peso em versões não oficiais. A Novo Nordisk busca manter a liderança no segmento com Wegovy.

Receitas ADR da Novo nos EUA subiram 5,1% após a notícia; as ações da Hims caíram cerca de 13% no after-hours. Telessaúde viu oportunidade com descontos durante a escassez de suprimentos.

Hims e outras empresas de telessaúde passaram a ajustar dosagens ou acrescentar ingredientes para diferenciar imitações das fórmulas originais. A prática foi alvo de críticas e investigações.

Medidas regulatórias e histórico

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos encaminhou a Hims ao DOJ para apuração sob a Lei Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos. A Novo e a Lilly reagiram com cautela, pedindo diligência regulatória.

A Novo afirmou que coopera com autoridades para proteger pacientes. A Hims disse operar dentro da lei e buscar diálogo com a FDA para manter acesso acessível aos cuidados de saúde.

A Lilly elogiou a atuação regulatória prevista e reiterou disposição de colaborar com órgãos reguladores. A empresa ressaltou a importância de evitar produtos falsificados para a segurança do paciente.

O caso ocorre em meio a disputas sobre a atuação da FDA no controle de medicamentos para perda de peso. Histórico de conflitos envolve anúncios e estratégias de marketing entre as empresas.

A FDA já havia enviado cartas de advertência a empresas do setor e prometeu ampliar ações contra publicidade direta ao consumidor que incentive uso de imitações. As medidas miram reduzir riscos ao público.

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