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Trump assina proclamação para aumentar importações de carne dos EUA da Argentina

Proclama amplia importação de carne argentina para os EUA em oitenta mil toneladas; impacto sobre preços deve ser mínimo, diante da resistência de pecuaristas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Workers arrange meat at the H&H meat-packing plant in Buenos Aires on 5 December 2025.
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  • Trump assinou proclamação para aumentar as importações de carne argentina com tarifa baixa, elevando a quota em 80 mil toneladas métricas.
  • O aumento vale apenas para lean beef trimmings, cortes magros usados na fabricação de hambúrgueres, com menor alíquota de importação.
  • Economistas afirmam que a medida provavelmente terá efeito pequeno na redução de preços para o consumidor.
  • Pecuaristas reagiram com fúria, criticando a medida por possível prejuízo aos produtores americanos.
  • Em dois mil e vinte e quatro, os EUA importaram cerca de 33 mil toneladas de carne argentina, o que representa 2% do total importado.

Donald Trump assinou na sexta-feira uma proclamação para ampliar as importações de carne bovina argentina de baixo tarifário nos EUA. A medida acelera o ingresso de cortes lean contidos em trimmings, usados na produção de hambúrguer, com tarifa reduzida.

A decisão, anunciada após pressão para reduzir o custo de vida, foi recebida com críticas de pecuaristas americanos. Economistas apontam que o impacto sobre os preços ao consumidor deve ser limitado.

A proclamação eleva o contingente de importação de carne argentina em 80 mil toneladas métricas. A ampliação vale apenas para lean beef trimmings, que se misturam aos estoques domésticos para formar hambúrguer.

Contexto e reação

Os pecuaristas argumentam que prioridade deve ser dada a soluções que diminuam custos de produção e apoiem o reestabelecimento do rebanho dos EUA. Senadora Deb Fischer, de Nebraska, destacou a necessidade de preservar a renda dos produtores nacionais.

Washington e Buenos Aires também firmaram um acordo comercial mais amplo, visando acesso preferencial ao mercado argentino para bens dos EUA. A medida acompanha mudanças no relacionamento econômico entre os dois países.

Dados históricos e expectativa

Analistas afirmam que o aumento das importações não deve reduzir significativamente os preços nos supermercados. Em 2024, os EUA importaram cerca de 33 mil toneladas de carne argentina, o que representa aproximadamente 2% do total de compras externas do setor.

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