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Matt Ober analisa mercados de previsão, tokenização e a economia degenerada

Entrevista aponta mercados de previsão, tokenização e dados digitais como nova camada de ativos, ampliando acesso, liquidez e participação global

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Matt Ober, sócio-gerente da Social Leverage, analisa como finanças, tecnologia e comportamento humano estão convergindo na chamada “degenerate economy”.
  • Predição de mercados, tokenização e dados baseados no consumo estão formando uma nova camada de ativos para as finanças modernas.
  • Mercados de previsão ainda estão em estágio inicial; a tokenização pode tornar ativos como ações e colecionáveis negociáveis, e stablecoins ganham uso prático em massa.
  • Dados são apresentados como “ouro digital”; plataformas movidas por IA estão redefinindo precificação, acesso e uso de dados financeiros, com modelos em que a cobrança é por uso em tempo real.
  • O futuro aponta para infraestrutura mais importante que hype, IA remodelando serviços financeiros e surgimento de novos mercados a partir de tendências comportamentais, conectando VC, cripto e economia de dados.

O episódio 515 apresenta Matt Ober, sócio-diretor da Social Leverage, discutindo a convergência entre finanças, tecnologia e comportamento humano. Ober descreve uma “economia degenerada” em ascensão, impulsionada por mercados de previsão, tokenização e dados. O papo aborda investimento de VC, fintech, cripto e novas fronteiras digitais.

Segundo Ober, mercados de previsão, tokenização e modelos de dados baseados no consumo estão formando uma nova camada de ativos para as finanças modernas. Ele explica por que esses mercados ainda estão em estágio inicial, como a tokenização pode tornar ativos – desde ações até colecionáveis – mais negociáveis, e por que stablecoins surgem como uso prático de massa no universo cripto.

A entrevista também aprofunda o conceito de dados como “ouro digital”, com plataformas alimentadas por IA transformando a precificação, o acesso e a aplicação de dados financeiros. O modelo migra de assinaturas rígidas para modelos de uso em tempo real, com foco em eficiência e escalabilidade.

O olhar para o futuro de fintech e cripto aponta para infraestrutura como eixo central. A IA deve redesenhar serviços financeiros, enquanto novos mercados emergem a partir de tendências comportamentais, em vez de depender apenas de instituições tradicionais. A conversa conecta capital de risco, inovação cripto e economia de dados.

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