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Goldman Sachs e JPMorgan elevam bônus 10% com lucro e negócios mais fortes

Bônus de fim de ano sobe ao menos 10% nos grandes bancos dos EUA, com Goldman Sachs, JPMorgan e Bank of America, após lucro sólido e alta de negociações

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
No ano passado, a receita combinada dos negócios de banco de investimento das três instituições foi de US$ 25,7 bilhões
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  • Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Bank of America elevaram os bônus em pelo menos 10% para banqueiros e operadores, reflexo de um ano forte de negociações e atividade de mercado.
  • Executivos começaram a comunicar as decisões aos gestores de nível médio nas últimas semanas, conforme o hábito de fim de ano.
  • Valores médios não refletem as recompensas mais altas para os profissionais de alto desempenho nem as menores para quem teve baixo rendimento.
  • No conjunto, os bancos tiveram o maior lucro anual desde 2021, com receita de banco de investimento de US$ 25,7 bilhões (alta de 12%) e receita de negociação de US$ 87,7 bilhões (alta de 16%).
  • A pressão por eficiência com uso de inteligência artificial (IA) impacta estruturas de pessoal e remuneração; na Europa, o HSBC adotou postura mais contida.

Os três maiores bancos dos EUA elevaram os bônus pagos a banqueiros e operadores em pelo menos 10%, refletindo um ano forte de lucros e atividades de mercado. JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America comunicaram as mudanças nos pagamentos em diferentes níveis de gestão, nos últimos dias.

As decisões vieram à tona enquanto as instituições registraram resultados sólidos no período, com foco em operações de fusões, aquisições e negociação de ações. Executivos anunciaram que os reajustes variam conforme desempenho individual e área de atuação.

Ao longo de 2023, a receita de banco de investimento das três instituições somou US$ 25,7 bilhões, alta de 12% ante o ano anterior. A receita de negociação chegou a US$ 87,7 bilhões, crescimento de 16%.

O movimento ocorre em meio a pressões de controle de custos, com a inteligência artificial impulsionando ganhos de eficiência e distorções salariais sob escrutínio. Na Europa, o HSBC adota postura mais contida quanto a bônus, comparando-se aos pares de Wall Street.

Representantes do Bank of America, Goldman Sachs e JPMorgan não comentaram o assunto. As remunerações de fim de ano em Wall Street costumam oscilar conforme ciclos de expansão e retração do setor.

Consultorias previram aumentos consideráveis na remuneração variável de executivos de bancos de investimento, operadores e gestores de ativos na rodada atual. Em novembro, a Johnson Associates estimou alta de 10% a 15% para esses profissionais.

Há um ano, os bônus atingiram recorde histórico, com o total de pagamentos em Wall Street chegando a US$ 47,5 bilhões, segundo dados do estado de Nova York. O bônus médio subiu quase 33%, para cerca de US$ 244,7 mil.

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