- O ingresso de stablecoins nas exchanges aumentou para US$ 98 bilhões, o dobro do patamar anterior, superando a média de 90 dias de US$ 89 bilhões.
- Mesmo com o recuo, o mercado aponta que a pressão de venda continua alta demais para ser absorvida.
- O Bitcoin caiu mais de 10%, chegando perto de uma correção de 50% frente ao recorde de outubro, em um cenário de liquidez fraca e alta incerteza.
- Alguns participantes já estão comprando a queda, com sinais de maior interesse de investidores para expor-se ao mercado.
- USDS e USD1 ganham participação entre stablecoins de meio de capitalização, enquanto o valor total de stablecoins caiu 1,0% em relação a último trimestre, para US$ 305,1 bilhões; a Tether (USDT) teve volume de US$ 257,45 bilhões em 24 horas, alta de 60%.
As entradas de stablecoins nos exchanges atingiram 98 bilhões de dólares, dobrando frente ao nível anterior. O dado mostra maior fluxo de capital em meio a pressões de venda no mercado de criptomoedas, segundo análise de Darkfost, da CryptoQuant.
O movimento ocorre em um momento de liquidez estruturamente baixa e elevada incerteza. Bitcoin caiu mais de 10% na sexta-feira, aproximando-se de uma correção de quase 50% desde o pico de outubro.
Analista aponta que o aumento de fluxos em stablecoins é sinal positivo, indicando interesse crescente de investidores e retorno de capital ao espaço de ativos digitais. Contudo, a pressão de venda permanece elevada para ser absorvida integralmente.
Mercados e destaques: moedas estáveis de maior cap atingiram ganhos de participação, com destaque para algumas stablecoins de médio porte como USDS e USD1. O valor total de mercado de stablecoins recuou cerca de 1% semanalmente, para aproximadamente 305 bilhões de dólares, sob contração de oferta de USDT e USDC.
USDT, a maior stablecoin por capitalização, registrou recuperação de preço para quase 1 dólar em 24 horas, com volume de negociação expressivo. A monitoring indica elevação de demanda mesmo diante de volatilidade recente.
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