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Zuckerberg avaliou mudar como a Meta estuda questões sociais após polêmica

Zuckerberg avalia mudar a abordagem de pesquisas da Meta sobre danos das plataformas, após reportagem que revelou impactos do Instagram em jovens

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Mark Zuckerberg avaliou mudar a forma como a Meta estuda danos potenciais de suas plataformas após reportagem do The Wall Street Journal sobre saúde mental de garotas adolescentes no Instagram.
  • O e‑mail de quinze de setembro de dois mil e vinte e um, dirigido a executivos, discute pesquisa e analytics sobre questões sociais, em meio a uma investigação do governo do Novo México.
  • A matéria do jornal se baseou em documentos que mostraram que trinta e dois por cento das jovens disseram que o Instagram piorou a percepção do corpo quando se sentiam mal.
  • Zuckerberg citou a Apple como exemplo de empresa que não faz esse tipo de estudo e, segundo ele, recebe menos críticas por não adotar uma linha de pesquisa parecida.
  • A conversa levou a propostas de reorganizar equipes de pesquisa sensível; a Meta acabou anunciando mudanças na estrutura de pesquisa e afirmou continuar estudando temas como bem‑estar de jovens.

Mark Zuckerberg avalia mudança na forma de estudar impactos sociais do Facebook e Instagram

Investigação recente do The Wall Street Journal revelou que pesquisas internas da Meta apontaram efeitos negativos de Instagram sobre a saúde mental de jovens, especialmente meninas. Diante disso, o CEO sinalizou, em e-mail de setembro de 2021, a possibilidade de alterar a abordagem de pesquisa e analytics sobre questões sociais.

A mensagem, endereçada a executivos da empresa, surgiu um dia após a publicação do jornal. Os documentos indicaram descobertas da empresa sobre danos potencialmente associados ao uso de suas plataformas por adolescentes. O e-mail trazia o tema como confidencial e privilegiado.

A divulgação ocorre no contexto de um processo na Defensoria do Novo México, que acusa a Meta de apresentar seus produtos como seguros para adolescentes, mesmo cientes de designs que poderiam aumentar dependência e facilitar predadores. A agência alega desinformação em declarações públicas.

Segundo a remuneração de documentos, Zuckerberg observou que concorrentes parecem receber menos críticas ao conduzirem menos pesquisas sobre danos. Citou a Apple como exemplo, afirmando que a empresa não realiza revisões de conteúdo ou estudos sobre trade-offs, o que, segundo ele, reduz a cobrança pública.

Zuckerberg também comparou a atuação de plataformas como YouTube, Twitter e Snap, sugerindo variações de esforço em pesquisa interna. Disse que algumas empresas evitam chamar atenção enquanto outras podem não dispor de recursos para pesquisas semelhantes.

Executivos da Meta reagiram, em parte, defendendo a continuidade da pesquisa sobre questões sociais. Documentos citados indicam opções para reorganizar equipes de pesquisa, com a alternativa menos radical de centralizar as funções sensíveis, anunciada posteriormente.

A própria Meta informou que mantém o compromisso com pesquisas transparentes e com melhorias baseadas nesses insumos, citando avanços como contas de adolescentes com proteções embutidas e ferramentas para pais gerenciarem a experiência de seus filhos.

As discussões internas, segundo os registros, refletem debates que ganharam visibilidade durante o julgamento na Justiça do Novo México. Espera-se que novas informações venham a público conforme o caso avança.

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