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Dólar recua com aporte de capitais em mercados emergentes

Dólar recua com fluxo para emergentes e petróleo em alta; juros futuros sobem com aprovação de teto de gastos e reforma tributária

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Dólar recua com ajuste global e sinais do Fed, enquanto real ganha força
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  • Dólar recua devido ao fluxo de recursos para mercados emergentes e à valorização do petróleo, em R$ 5,20 (-0,50%).
  • Juros futuros DI para janeiro de 2027 sobem 0,02 ponto percentual, a 13,45%, com a melhora da perspectiva fiscal e econômica do Brasil.
  • Petróleo Brent fecha em alta de 2,5%, a US$ 78,50 o barril, impulsionado por expectativa de redução na produção da Opep+ e maior demanda global.
  • Ibovespa sobe 1,2%, aos 115.000 pontos, com desempenho positivo de ações de commodities e bancos.
  • Medidas fiscais aprovadas no Congresso, como teto de gastos e reforma tributária, alimentam a expectativa de melhora da economia; Banco Central mantém Selic em 13,75% ao ano.

O dólar recuou nesta quarta-feira diante de fluxo de recursos para mercados emergentes e da valorização do petróleo, com impactos positivos no real. Dados de operações apontam que o movimento ocorreu em meio a expectativas de melhora na economia brasileira.

Além da demanda por ativos de risco, o petróleo atingiu o maior patamar em duas semanas, ajudando a pressionar a moeda norte-americana para baixo. O cenário externo favoreceu o movimento de queda do dólar frente ao real no intraday.

No front domesticó, o dólar caiu 0,50%, cotado a R$ 5,20 na venda. O euro teve alta de 0,30%, a R$ 6,10. O Brent fechou em US$ 78,50 o barril, subindo 2,5%.

Mercados de renda fixa e ações

Os contratos futuros de DI para janeiro de 2027 subiram 0,02 ponto percentual, a 13,45%, refletindo a visão de melhoria fiscal e econômica. O Ibovespa avançou 1,2%, aos 115.000 pontos, impulsionado por ações de commodities e bancos.

As medidas fiscais aprovadas pelo Congresso, incluindo o teto de gastos e a reforma tributária, alimentam expectativas de sustentação da economia brasileira e contribuíram para o movimento de valorização do real.

Política monetária e cenário

O Banco Central manteve a Selic em 13,75% ao ano, conforme esperado, sinalizando monitoramento contínuo do cenário para ajustar a política monetária se necessário. Investidores acompanham o impacto das reformas estruturais nos meses seguintes.

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