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Banco Master: Plataformas Também São Responsáveis, Diz Milton Maluhy

Milton Maluhy diz que rombo de 55 bilhões no FGC, causado pela liquidação do Banco Master e da Will Bank, terá de ser rateado pela sociedade

Agência do Itaú: resultados fortes no 4T25 (foto: Divulgação)
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  • A liquidação do Banco Master, em novembro de 2025, e a posterior liquidação da Will Bank, em janeiro, geraram um rombo de 55 bilhões de reais no FGC, segundo o presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho.
  • O executivo afirma que o FGC precisará ser recapitalizado, gerando custos para a sociedade, e que a discussão deve envolver bancos e o Banco Central.
  • Maluhy critica o uso da garantia do FGC por plataformas como ferramenta de alavancagem, afirmando que isso desvirtuou o objetivo do fundo.
  • No quarto trimestre, o Itaú registrou lucro recorrente gerencial de 12,33 bilhões de reais, alta de 13,2% frente ao mesmo período de 2024; no ano, o lucro foi de 46,8 bilhões de reais, reconhecimento de alta de 13,1%.
  • A eficiência caiu para 38,9%, a melhor marca da história do banco, e a inadimplência permaneceu estável em 1,9% no conjunto Brasil e América Latina.

A liquidação do Banco Master em novembro de 2025, seguida pela liquidação da Will Bank em janeiro, foi considerada um evento de magnitude relevante pelo presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho. A avaliação aponta impacto no sistema financeiro.

Ele afirma que a operação gerou um rombo de cerca de R$ 55 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que representaria quase metade do patrimônio do Fundo, estimado em R$ 120 bilhões. O FGC, segundo ele, precisará ser recapitalizado.

Maluhy ressaltou que a solução para a recuperação do FGC deverá envolver discussão com o Banco Central (BC) e com o setor financeiro, buscando reduzir impactos sobre bancos e sobre a sociedade. Ele alerta para evitar repetição de evento semelhante.

Resultados

No quarto trimestre, o lucro recorrente gerencial do Itaú subiu 13,2% ante o mesmo período de 2024, totalizando R$ 12,33 bilhões, alinhado às expectativas de R$ 12,3 bilhões. O desempenho anual ficou em R$ 46,8 bilhões, alta de 13,1%.

O banco destacou melhora da eficiência, com o índice caindo para 38,9% no trimestre, ante 40,7% no último trio de 2024. A instituição atribui o ganho a investimentos em tecnologia que aumentaram a produtividade.

A inadimplência, tanto no Brasil quanto na América Latina, permaneceu estável em 1,9% ao longo de 2025, com variações moderadas entre pessoas físicas e jurídicas. O desempenho evidencia controle diante de juros elevados.

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