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Lucro do Santander no 4º trimestre cresce para 4,086 bilhões de reais

Lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões, maior dos últimos quatro anos, com enxugamento de 10,7% de funcionários e 26,1% de agências

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Santander: rentabilidade patrimonial de 17,6% no trimestre, em linha com períodos anteriores
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  • Lucro líquido gerencial do Santander Brasil no quarto trimestre de 2025 foi de R$ 4,086 bilhões, alta de 6,0% frente ao 4º trimestre de 2024 e 1,9% ante o 3º trimestre de 2025, superando em 1,3% a previsão média de analistas.
  • O banco acelerou o enxugamento da estrutura: funcionários caíram 10,7% no fim de 2025, de 55,6 mil para 49,7 mil; agências recuaram 26,1%, de 1.239 para 916; postos de atendimento (PABs) diminuíram 25%, de 1.025 para 769.
  • A rentabilidade patrimonial ficou em 17,6%, estável em relação ao 4º trimestre de 2024.
  • A inadimplência da carteira de crédito entre 15 e 90 dias subiu de 3,7% para 4,0% no fim de 2025; PF passou de 4,8% para 5,1% e empresas de 2,0% para 2,5%. Nos pedidos acima de 90 dias, o índice geral ficou em 3,7% (PF 4,6%; empresas 2,4%).
  • A margem financeira do trimestre foi de R$ 15.332 milhões, queda de 4,0% em relação a 2024, com margem com clientes em R$ 16,8118 bilhões (alta de 6,6%), mas perdas de R$ 1,486 bilhão na margem com o mercado no 4º trimestre.

O Santander Brasil divulgou nesta quarta-feira, 4, seus resultados do quarto trimestre de 2025 e do ano. O banco registrou lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões, alta de 6,0% frente ao 4T24 e avanço de 1,9% ante o 3T25. O resultado ficou 1,3% acima da média das previsões, de acordo com levantamento da LSEG.

A instituição afirmou ter alcançado o maior lucro trimestral dos últimos quatro anos.

O grupo informou que continua o processo de enxugamento de sua estrutura. O número de funcionários caiu 10,7% no período, passando de 55,6 mil no 4T24 para 49,7 mil ao fim de 2025. As agências recuaram 26,1%, de 1.239 para 916, e os postos de atendimento (PABs) caíram 25%, de 1.025 para 769.

A rentabilidade patrimonial permaneceu estável, em 17,6%, igual ao 4T24 e pouco acima dos 17,5% do 3T25.

Inadimplência

A inadimplência da carteira entre 15 e 90 dias subiu de 3,7% para 4,0% entre 2024 e 2025. Entre pessoas físicas, o indicador passou de 4,8% para 5,1%; nas empresas, de 2,0% para 2,5% no mesmo comparativo. O banco explicou que o aumento reflete cenário macroeconômico desafiador, especialmente para a baixa renda.

A parcela acima de 90 dias também avançou, com o índice geral de 3,7% no fim de 2025 frente a 3,2% em 2024. Entre pessoas físicas, subiu de 4,3% para 4,6%; já no segmento empresa houve alta de 1,6% para 2,4%. A instituição destacou que o crescimento se concentrou em PMEs.

Margem financeira e resultados operacionais

A margem financeira ficou em R$ 15,332 milhões no trimestre, queda de 4,0% ante 2024, com leve alta de 0,8% ante o trimestre anterior. A margem com clientes atingiu R$ 16,8118 bilhões, alta de 6,6% em 2025, mas o desempenho foi impactado por perdas de R$ 1,486 bilhão em margem com o mercado no 4T25, após perdas de R$ 1,348 bilhão no 3T25.

A instituição não informou, neste trecho, novos ajustes adicionais ao balanço, mantendo o foco no consolidação de resultados e na disciplina de custos. Em núcleo, o Santander Brasil segue com ênfase em eficiência e rentabilidade, mesmo diante de maior inadimplência em determinados segmentos.

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