- Mais de cinquenta países participam, em Washington, de conversas sobre ampliar o acesso a minerais críticos para reduzir a dependência da China.
- O objetivo é endurecer a visão de cadeia de suprimentos e fortalecer capacidades de produção, processamento e oferta fora da China.
- Participantes confirmados incluem Coreia do Sul, Índia, Tailândia, Japão, Alemanha, Austrália e República Democrática do Congo.
- Medidas consideradas envolvem alinhamento de incentivos comerciais, estímulo a novas mineração e processamento, e instrumentos como pisos de preço, estoques estratégicos e restrições de exportação.
- O governo dos Estados Unidos informou que onze países foram convidados a se juntar a um “clube comercial” de minerais críticos, com vinte demais demonstrando forte interesse; a Austrália planeja reserva estratégica e possível piso de preço.
Washington recebe mais de 50 países para discutir saída da dependência de minerais críticos
Mais de 50 países de Ásia, Europa, África e América Latina participam de uma reunião em Washington para ampliar o acesso a minerais críticos e reduzir o domínio chinês sobre cadeias de suprimento. O encontro ocorre após o lançamento, pelo governo americano, de um estoque estratégico de minerais.
O governo dos EUA busca medidas conjuntas para incentivar produção fora da China, alinhar incentivos comerciais e explorar intervenções de mercado, como estoques estratégicos e pisos de preços. A iniciativa ocorre em meio a tensões com Beijing e a busca por resiliência industrial.
Entre os participantes estão Coreia do Sul, Índia, Tailândia, Japão, Alemanha, Austrália e a República Democrática do Congo. O governo americano não divulgou a lista completa de países presentes.
INCENTIVOS
O secretário do Interior, Doug Burgum, afirmou que 11 novos países seriam incorporados ao “clube” de minerais críticos, somando-se aos EUA, Austrália, Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Tailândia. Outros 20 países mostraram forte interesse.
O Secretário de Estado Marco Rubio e o vice-presidente JD Vance devem falar aos ministros presentes, em mais um passo da colaboração internacional para diversificar as cadeias de suprimento de minerais.
Analistas citados destacam a necessidade de equilíbrio entre incentivos e investimentos em mineração e processamento. Ferramentas como tarifas de proteção e pisos de preços têm sido consideradas por aliados.
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