- O bitcoin; cotado em torno de $75.980, abriu em 4 de fevereiro de 2026, com risco de queda ancorado na média móvel de 200 semanas próximo de $68.400 após quatro velas mensais vermelhas.
- Nic Puckrin, CEO da Coin Bureau, aponta gatilhos em $74.400 (quebra de “as mínimas de abril”) e $70.000 como próximo patamar acima de $69.000, com possível fundo entre $55.700 e $58.200 se romper.
- Altcoin Sherpa e BitBull também apontam a zona da média de 200 semanas por volta de $68.000 como linha-chave, com cenário de reteste caso haja queda adicional.
- Fluxo e posicionamento de ETFs sugerem mais descompressão do que saída institucional: 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram quase $2,8 bilhões em resgates líquidos nas últimas duas semanas, com ativos líquidos de cerca de $100,38 bilhões, abaixo de mais de $125 bilhões em meados de janeiro.
- O preço chegou a tocar brevemente ~$74.600, mas manteve-se principalmente no intervalo médio dos $70 mil, acima de níveis observados para deleveragem forçada.
Bitcoin testa, no gráfico semanal, o suporte da EMA de 200 semanas em torno de US$ 68,4 mil após quatro meses de queda. A cotação ficou perto de US$ 75,98 mil quando as Bolsas dos EUA abriram em 4 de fevereiro de 2026.
Analistas apontam que o gatilho imediato fica em US$ 74,4 mil, considerado o piso de “abril” citado por Nic Puckrin, e depois US$ 70 mil, acima dos US$ 69 mil do anterior recorde. Um alvo de baixa fica entre US$ 55,7 mil e US$ 58,2 mil, segundo ele.
Altcoin Sherpa também vê a EMA de 200 semanas como referência, marcando US$ 68 mil como cenário lógico para um teste. A leitura de mercado é de que o movimento atual parece de redução de risco, não de saída institucional completa.
BitBull sugere que, ao romper a EMA de 100 semanas, o preço tende a retestar a EMA de 200 semanas, com a marca de US$ 68 mil como ponto de equilíbrio, adotando uma estratégia de acumulação ao ser confirmado o reteste.
Os fluxos em ETFs apontam uma distensão entre preço e fluxo. Nos últimos 14 dias, 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram cerca de US$ 2,8 bilhões em resgates líquidos, com US$ 1,49 bilhão na semana passada e US$ 1,32 bilhão na anterior.
Apesar dos saques, o conjunto de ETFs mantém ativos líquidos próximos de US$ 100,38 bilhões, abaixo de mais de US$ 125 bilhões observados em meados de janeiro. A liquidação momentânea manteve BTC em níveis da casa dos US$ 70 mil.
Durante a semana, a cotação chegou a tocar US$ 74,6 mil, mas permaneceu acima de níveis que costumam acionar deleveragens forçadas, ajudando a manter o patamar na faixa dos US$ 70 mil.
Perspectiva institucional
O piso em torno da EMA de 200 semanas funciona como filtro de risco para escritórios de investimento. Quando o BTC opera a US$ 75 mil, mas há precificação de US$ 68,4 mil, as mesas costumam trocar de “comprar quedas” para “vender embalagens” até que o candle semanal confirme a recuperação na faixa da EMA de 100 semanas ou realize um teste claro na zona de 200 semanas.
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