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PMI mais forte desde 2022; queda no volume spot de crypto; analistas veem BTC

PMI de manufatura dos EUA atinge 52,6, maior desde 2022, enquanto volumes spot de Bitcoin caem pelo quinto mês, sinalizando liquidez restrita e incerteza de recuperação

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Source: ISMWorld
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  • O PMI de manufatura dos EUA atingiu 52,6 em janeiro, o maior desde 2022, sinalizando expansão pela primeira vez em mais de dois anos.
  • Novas encomendas chegaram a 57,1 e a produção a 55,9, encerrando 26 meses de contração e levando o PMI ao patamar mais alto em 40 meses.
  • O Bitcoin opera próximo de 78 mil dólares, em sua quinta queda mensal consecutiva, com demanda spot em colapso.
  • O mercado cripto sofreu liquidações de cerca de 2,56 bilhões de dólares e volumes spot baixos, indicando liquidez restrita e recuo da capitalização total para about 2,58 trilhões de dólares.
  • Analistas divergem: alguns veem potencial de alta ligado à leitura do ISM acima de 50, enquanto outros alertam que a recuperação pode ser fraca e temporária.

A expansão da manufatura dos Estados Unidos, pela primeira vez em mais de dois anos, chegou ao ISM PMI de janeiro em 52,6, o maior patamar desde 2022. Paralelamente, o Bitcoin seguiu em queda, entrando no quinto mês consecutivo de correção com a demanda spot em colapso.

O relatório mostra novos pedidos em 57,1 e produção em 55,9, encerrando 26 meses de contrações. O PMI ficou no nível mais alto em 40 meses, sinalizando recuperação setorial. O valor e a leitura sugerem aquecimento da atividade industrial diante do cenário macro.

Enquanto isso, o mercado cripto evidencia liquidações de 2,56 bilhões de dólares e volumes spot em mínima desde 2024, com a capitalização total do mercado em 2,58 trilhões. Analistas avaliam se a reação macro pode sustentar ou limitar o viés de alta do ativo digital.

Panorama de demanda e liquidez

Dados de Exchanges mostram queda expressiva de fluxo para a custódia de Bitcoin, com estimativas de cerca de 10 bilhões de dólares movimentados mensalmente, em comparação com regiões de 50 a 80 bilhões durante fases de pico de preço. A divulgação de volumes de fim de semana aponta maior liquidez, porém em ambiente adverso.

A perspectiva on-chain aponta sinais de cautela. O indicador de Oferta em Perda aumentou, associando o movimento de baixa a fases iniciais de bear market, em vez de recuos saudáveis. Mineradores permanecem sob pressão de receita, com reservas próximas de 1,8 milhão de BTC.

Debate entre bulls e bears

Analistas divergem sobre o impacto do parâmetro ISM para o preço do Bitcoin. Alguns veem o rompimento acima de 50 como gatilho histórico para novas altas, citando ciclos anteriores. Outros advertiram que o ativo não acompanha a economia geral e que a relação atual pode não se repetir.

Especialistas destacam que a recuperação exige recuperação sustentada de liquidez spot e continuidade de fatores macro neutros. Em cenário conservador, projeções apontam para próximos meses com volatilidade elevada e risco de nova correção caso haja pressão regulatória ou geopolítica.

Perspectivas e temas a observar

O ambiente de demanda real pode definir o futuro do mercado cripto. Caso volumes em plataformas de câmbio voltem a se recuperar, a liquidez poderia sustentar movimentos de alta. Por outro lado, se a liquidez permanecer restrita, o risco de recuo adicional aumenta, impactando o sentimento de investidores institucionais e varejistas.

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