- A Polícia Federal abriu inquérito para apurar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB); a apuração corre sob sigilo e começou na sexta-feira 30.
- O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, é o relator do caso.
- O foco são operações do BRB durante as negociações para aquisição do Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025.
- As suspeitas envolvem aquisição de carteiras de crédito e ativos com problemas de lastro, avaliação e documentação, além de falhas em governança e possíveis manobras para contornar regras.
- O caso é acompanhado pelo Ministério Público, pelo Banco Central, pela nova gestão do BRB e por auditorias independentes; o banco deverá apresentar balanço nos próximos meses com informações sobre os impactos das operações.
A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB). A apuração, autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, tramita sob sigilo e começou na última sexta-feira (30).
O foco da investigação envolve operações do BRB no contexto das negociações com o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em 2025. O BRB tentou adquirir parte relevante do Master, com apoio do governo do Distrito Federal, acionista controlador, mas a operação foi vetada pelo BC.
Segundo as apurações, o BRB teria adquirido carteiras de crédito e outros ativos ligados ao Master que apresentariam problemas de lastro, avaliação e documentação. Suspeitas incluem falhas em processos internos de análise, aprovação e governança, além de possíveis manobras para contornar regras de transparência.
A investigação envolve ainda o Ministério Público, o Banco Central, a nova gestão do BRB e auditorias independentes. Nos próximos meses, o BRB deverá apresentar balanço financeiro com informações detalhadas sobre os impactos das operações com o Banco Master.
Acompanhamento e próximos passos
- As autoridades acompanham o andamento do inquérito e a evolução das apurações.
- O BRB deverá esclarecer impactos financeiros e fornecer informações adicionais solicitadas por órgãos de controle.
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