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Consumidores do Reino Unido compram mais frutas e iogurte no início de 2026

Marcas próprias atingem recorde de 52,2% dos gastos com groceries; britânicos priorizam frutas e iogurte no início de 2026

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Sales volumes of fresh fruit and dried pulses were up 6% year on year in January.
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  • Em janeiro de 2026, britânicos passaram a comprar mais alimentos saudáveis, como frutas e iogurte, para cumprir metas de saúde, com inflação de alimentos em 4% no período de quatro semanas até 25 de janeiro.
  • Volumes de vendas de fruta fresca e leguminosas secas subiram 6% e peixes frescos subiram 5%; frango subiu 3% e iogurte refrigerado subiu 4%; cottage cheese avançou 50%.
  • Quase um quarto dos consumidores buscou alimentos ricos em proteína e mais de um quarto procurou produtos com alto teor de fibra.
  • O uso de marcas próprias atingiu 52,2% dos gastos com groceries, o maior nível já registrado, com promoções liderando o ritmo de crescimento das vendas.
  • Lidl foi a cadeia física de maior crescimento, com alta de 10,1% nas 12 semanas até 25 de janeiro, Ocado teve alta de 14,1% nas vendas online, enquanto Asda e Co‑op registraram queda nas vendas.

Britons iniciaram 2026 retomando hábitos mais saudáveis, com aumento nas vendas de frutas, iogurte e outros itens de alimentação saudável, conforme levantamento da Worldpanel by Numerator. A inflação do setor caiu para 4% nos quatro meses encerrados em 25 de janeiro.

As famílias buscaram refeições mais nutritivas, com alta nas vendas de frutas frescas e leguminosas secas (+6% frente a 2025), peixe fresco (+5%), aves (+3%) e iogurte refrigerado (+4%). O cottage cheese registrou salto de 50%, comprado por 2,8 milhões de domicílios, 600 mil a mais que no ano anterior.

Quase um quarto dos consumidores procurou itens de alto teor proteico, enquanto mais de um quarto buscou produtos ricos em fibras. Fraser McKevitt, da Worldpanel, ressalta demanda por alimentos que ajudam metas de saúde, com foco em itens já familiares aos lares.

Mudanças no consumo de bebidas e marcas próprias

Dry January não foi tão seco assim: houve recuperação nas vendas de vinhos, cervejas e destilados, com alta de 11% ante a semana anterior. Em janeiro, o recuo sazonal de bebidas terminou em 12 de janeiro, segundo a pesquisa.

Compras com foco em marcas próprias manteve-se em patamar alto: 52,2% do gasto total com groceries ocorreu em itens de marca própria, o maior percentual já registrado. O movimento reflete a prioridade de custo-benefício entre os consumidores.

Promoções, canais e desempenho de redes

O crescimento de compras em promoção acelerou, subindo 10,9% em relação ao mesmo período de 2025, a maior taxa desde outubro de 2024. Vendas a preço cheio aumentaram apenas 1,7%.

No canal físico, as lojas continuaram a crescer, com Lidl registrando alta de 10,1% nas 12 semanas até 25 de janeiro, ampliando participação de mercado para 7,7%. Ocado teve alta de 14,1% nas vendas online, elevando participação para 2,1%.

Desempenho entre redes e padrões de consumo

Sainsbury’s e Tesco combinaram ganhos de vendas e participação, enquanto Waitrose e Aldi manteram fatias estáveis. Asda e Co-op foram as únicas redes a apresentar queda de 3,7% e 1,6%, respectivamente.

Houve reforço do mix de bebidas funcionais, com 11% de lares comprando esse tipo de produto, e gasto 13% maior que no mesmo período de 2025. Esses itens alcançam quase quatro vezes o preço de refrigerantes comuns, conforme a pesquisa.

Conclusões de mercado

A pesquisa evidencia uma virada de janeiro, com foco prático em valor, higiene alimentar e itens já consolidados no lar. O perfil de consumo tende a manter-se estável nos próximos meses, à medida que promoções e marcas próprias sustentam o gasto.

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