- O Museu de Belas Artes de Boston (MFA) anunciará a demissão de 33 funcionários, o equivalente a cerca de 6,3% de seu quadro, sendo 16 cargos entre trabalhadores sindicalizados.
- As demissões entram em vigor em 30 de janeiro, após a instituição citar déficit insustentável e a necessidade de uma reestruturação para alcançar sustentabilidade financeira.
- A decisão foi divulgada em 27 de janeiro; o sindicato Local 2110 da União dos Trabalhadores da Indústria Automotiva (UAW) disse ter recebido aviso de apenas um dia antes.
- O MFA emprega aproximadamente 520 pessoas no momento.
- É a segunda rodada de demissões em seis anos; em 2020 houve redução de quadro durante a pandemia, com aposentadorias antecipadas e desligamentos adicionais.
O Museu de Belas Artes de Boston (MFA Boston) anunciou a demissão de 33 funcionários, equivalente a cerca de 6,3% do quadro, em meio a déficit crescente e a um processo de reestruturação. A medida afeta 16 trabalhadores sindicalizados, segundo o sindicato UAW Local 2110.
A decisão foi tornada pública em 27 de janeiro, com efeito a partir do dia 30 de janeiro. O MFA informou aos empregados que a instituição enfrenta um déficit insustentável e que a redução de quadro é necessária para alcançar sustentabilidade financeira.
Plano de reestruturação e impacto operacional
A instituição descreveu um redesenho organizacional, com foco em melhorar a experiência do visitante, cuidado com a coleção e maior eficiência. O MFA afirma que a mudança envolve a criação de uma nova divisão que integra a maior parte da equipe de atendimento ao público.
O museu emprega aproximadamente 520 pessoas. A direção destaca que o ajuste é parte de um plano amplo para tornar o MFA mais estável e resiliente, assegurando a missão institucional no longo prazo.
Reação do movimento sindical
Segundo o UAW Local 2110, 16 das demissões atingem funções ligadas ao sindicato. O sindicato informou que foi notificado apenas no fim do dia anterior sobre quem seria exonerado.
O sindicato solicitou informações detalhadas sobre medidas que poderiam evitar as demissões e disse que busca negociação para explorar alternativas que preservem diversidade e empregos.
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