- Vorcaro, ex-presidente do BRB, afirma ter alertado sobre venda de créditos de terceiros, mas operação foi autorizada.
- O ex-presidente do BRB diz ter entendido que os ativos vendidos eram originados pelo próprio Master, não créditos de terceiros, e afirma que a operação foi regular sem conhecimento de todos os detalhes.
- A divergência entre os dois evidencia atritos internos sobre a origem dos papéis vendidos pelo Master, empresa de crédito, que está sendo investigada.
- Fontes próximas às investigações dizem que venda de créditos de terceiros é comum no mercado, mas precisa seguir regras para evitar fraudes; operação do Master está sob análise.
- O Banco de Brasília afirma colaborar com as autoridades e que as operações são apuradas de forma transparente, sem indícios de irregularidades.
O empresário Vorcaro, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), e o ex-presidente do banco discordam sobre a origem dos papéis vendidos pela Master, empresa de crédito. Na visão dele, Vorcaro afirma ter alertado a equipe sobre a venda de créditos de terceiros; o ex-presidente contesta, dizendo ter entendido que os ativos eram originados pela Master.
Segundo Vorcaro, a operação recebeu autorização e não houve irregularidade. Ele sustenta que informou a direção sobre a natureza dos créditos, mas que a venda foi liberada pela instituição. A versão dele é de conformidade com as normas vigentes.
Por outro lado, o ex-presidente do BRB afirma ter entendido que os ativos partiam da própria Master, não de terceiros. Alega desconhecer detalhes suficientes para afirmar a origem dos papéis e diz que a operação foi regular, sem implicar irregularidades.
A divergência entre as declarações aponta para pontos de atrito interno sobre a origem dos papéis da Master. As informações reforçam a necessidade de apuração por parte das autoridades financeiras.
Fontes ligadas às investigações sugerem que a venda de créditos de terceiros é prática comum no mercado, desde que siga regras para evitar fraudes e lavagem de dinheiro. A análise da Master busca esclarecer a natureza dos ativos.
O BRB informou que coopera com as autoridades e que as operações estão sob apuração transparente. A instituição afirma não haver indícios de irregularidades em seus procedimentos até o momento.
A investigação busca esclarecer se houve falha de comunicação interna ou irregularidade na origem dos papéis vendidos pela Master, sem atribuir responsabilização sem comprovação.
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