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Governo fecha 2025 dentro da meta fiscal, entre exceções e antecipações

Governo fecha 2025 dentro da meta fiscal com déficit primário de 13 bilhões de reais, 0,1% do PIB, após excluir despesas extraordinárias e considerar exceções legais

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron. Foto: Washington Costa/MF
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  • O governo informou déficit primário de 13 bilhões de reais em 2025, equivalente a 0,1% do PIB, dentro da banda de tolerância por exceções legais, como o socorro a exportadores diante do tarifazo.
  • Dados mostram rombo de 61,6 bilhões no ano anterior e déficit de 43 bilhões em 2024; sem itens não recorrentes, o resultado de 2024 ficaria em 11 bilhões. Ceron ressaltou que não houve piora nas contas.
  • Itens excluídos da meta totalizaram 48,6 bilhões, ou 0,38% do PIB, incluindo precatórios, ressarcimento ao INSS e despesas temporárias de educação e saúde.
  • Em 2025, a receita total foi de 2,9 trilhões de reais e a despesa total 2,394 trilhões; após deduções, a despesa efetiva ficou em 2,345 trilhões.
  • Em dezembro, o superávit primário ficou em 22,1 bilhões, acima da mediana prevista pela Prisma Fiscal (11,4 bilhões), apesar do fechamento anual dentro da meta.

O Tesouro Nacional informou que o governo federal fechou 2025 com déficit primário de 13 bilhões de reais, equivalente a 0,1% do PIB. A soma leva em conta exceções permitidas por lei, incluindo ajuda a exportadores atingidos por custos tarifários.

Segundo o órgão, o resultado ficou dentro da banda de tolerância do novo arcabouço fiscal, que permite desvio de até 0,25 ponto percentual do PIB sem caracterizar descumprimento. A meta oficial para 2025 prevê déficit de até 31 bilhões.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, destacou que não houve piora nas contas. Ele ressaltou que, em 2024, parte dos pagamentos de sentenças judiciais foi antecipada para 2023, o que impactou o exercício seguinte.

Ainda de acordo com Ceron, os itens excluídos do cálculo totalizam 48,6 bilhões, ou 0,38% do PIB. Entre eles estão gastos com precatórios, ressarcimento a beneficiários do INSS e despesas temporárias de educação e saúde.

No acumulado de 2025, a receita total alcançou 2,9 trilhões de reais, enquanto as despesas somaram 2,394 trilhões. Com deduções, o gasto efetivo ficou em 2,345 trilhões.

Em dezembro, o governo registrou um superávit primário de 22,1 bilhões, abaixo dos 24,1 bilhões de dezembro de 2024. O resultado mensal ficou acima da projeção central da pesquisa Prisma Fiscal, que apontava 11,4 bilhões.

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