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Etanol sobe em 17 estados e afeta o bolso do consumidor

Etanol sobe em 17 estados e no Distrito Federal; preço médio avança 0,5% para R$ 4,11, com máxima de R$ 4,99 no Rio e recuo em Mato Grosso

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Petrobras reduz preço da gasolina a distribuidoras. Será que chega nas bombas?
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  • ANP aponta alta do etanol em 17 estados, queda em 3 e no Distrito Federal, além de estabilidade em cinco unidades da federação na semana encerrada em 24/01.
  • Preço médio nacional subiu de 4,09 para 4,11 reais por litro, alta de 0,5%.
  • Maiores altas ficaram com Bahia, de 4,09 para 4,29 reais (4,9%), e com Rio de Janeiro e São Paulo, ambos de 4,09 para 4,19 reais (2,4% cada).
  • Maior recuo ocorreu em Mato Grosso, de 4,09 para 4,00 reais (-2,2%); Distrito Federal manteve 4,09 reais.
  • Variação entre postos: de 3,00 reais no Acre a 4,99 reais no Rio de Janeiro; expectativa de novas altas com safra e câmbio.

O etanol registrou alta em 17 estados, queda em três e no Distrito Federal, mantendo-se estável em cinco unidades da federação na semana encerrada em 24/01, conforme levantamento da ANP. O câmbio de preços reflete oscilações regionalizadas no combustível.

A média nacional subiu de 4,09 para 4,11 reais por litro, uma alta de 0,5%. A coleta foi realizada em 4.935 postos, entre gasolina, etanol e diesel, no país todo. O estudo aponta variação entre regiões e faixas de preço.

Entre os extremos, houve loja no Acre vendendo a 3,00 real o litro e estabelecimentos no Rio de Janeiro chegaram a 4,99 reais. O resultado reforça a influência de custos de produção sobre o valor ao consumidor.

Variação por estado

  • Bahia liderou as altas, com preço de 4,29 reais por litro (+4,9%).
  • Rio de Janeiro e São Paulo subiram para 4,19 reais (+2,4% em cada).
  • Mato Grosso registrou o maior recuo, para 4,00 reais (-2,2%).

Perspectiva e contexto

A ANP cita fatores como custos de cana, milho, variação cambial e preço de combustíveis tradicionais. Especialistas indicam que a entressafra e condições climáticas influenciam a oferta de matéria-prima. A tendência de preços deve observar o comportamento do dólar e da política agrícola.

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