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Ethereum registra 8 trilhões em transferências de stablecoins no Q4 2025

Volume de stablecoins transferidas na Ethereum atinge recorde de US$ 8 trilhões no Q4 de 2025, indicando uso real para pagamentos on‑chain

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Ethereum Sees Record $8T Stablecoin Transfer Volume in Q4 2025
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  • O volume de transferências de stablecoins na Ethereum atingiu novo recorde, acima de $ eight trilhões no quarto trimestre de 2025, segundo Token Terminal.
  • A emissão de stablecoins na rede subiu cerca de quarenta e três por cento em 2025, indo de $127 bilhões para aproximadamente $181 bilhões.
  • A atividade na rede também atingiu recordes: até fim de dezembro havia 2,23 milhões de transações diárias e 10,4 milhões de endereços ativos mensais; endereços diários únicos de envio e recebimento passaram de um milhão.
  • Ethereum continua sendo a principal plataforma de tokenização de ativos do mundo, respondendo por cerca de 65% do valor on‑chain de ativos do mundo real (RWA), acima de 70% quando considerados L2s e outras chains compatíveis com EVM; o mercado de stablecoins na rede representa cerca de 57% de emissão, com o Tether em circulação em torno de $187 bilhões.
  • O cofundador Vitalik Buterin afirmou que o trilema da blockchain está “solvido”, com PeerDAS e zkEVMs citados como avanços centrais que elevam descentralização, segurança e escalabilidade, ainda que zkEVMs sejam, em termos de segurança, em estágio alpha.

Ethereum registra recorde de transferências de stablecoins no quarto trimestre de 2025, acima de 8 trilhões de dólares, segundo dados da Token Terminal. A alta sinaliza uso real como meio de pagamento, não apenas negociação especulativa.

O período também mostrou expansão da oferta de stablecoins na rede. A Blockworks aponta alta de cerca de 43% na emissão em 2025, de 127 bilhões para aproximadamente 181 bilhões de dólares no fim do ano.

Essa elevação é associada a maior atividade de pagamentos, segundo analistas, com o crescimento visto como indicador de uso prático. Um analista destacou, nas redes sociais, que “pagamentos globais estão ocorrendo on-chain”.

A atividade de rede acompanhou o movimento, atingindo novos patamares. A Etherscan mede 2,23 milhões de transações diárias no fim de dezembro, aumento de 48% em relação a 12 meses antes. As contas ativas mensais chegaram a 10,4 milhões em dezembro.

Além disso, endereços diários únicos de envio e recebimento passaram de 1 milhão no fim do mês, segundo a Token Terminal. No domínio de ativos reais on-chain, a Ethereum continua líder, representando cerca de 65% do valor total de RWA, estimado em 19 bilhões de dólares.

Quando somadas redes layer-2 e outras cadeias compatíveis com EVM, a participação da Ethereum em RWA supera 70%. No mercado de stablecoins, a Ethereum mantém a maior participação de emissão, em torno de 57%, com Tron em 27%.

A Tether permanece como emissor dominante no mercado, com cerca de 187 bilhões em circulação, sendo mais da metade mantida na Ethereum. Esses dados reforçam a Ethereum como eixo de liquidez para moedas estáveis.

Paralelamente, Vitalik Buterin, cofundador da Ethereum, afirmou que a rede resolveu o trilema da blockchain. Em postagem recente, ele disse que as mudanças em produção alinham descentralização, segurança e escalabilidade.

Entre as mudanças citadas, o Peer Data Availability Sampling (PeerDAS) e as zkEVMs aparecem como pilares. Segundo Buterin, combinadas, as inovações elevam a Ethereum a uma “nova e mais poderosa” forma de rede descentralizada.

O PeerDAS, lançado com a atualização Fusaka em dezembro, aumenta a capacidade de processar dados sem que nós precisem baixar datasets completos. Vale lembrar que parte dessa solução já está em produção na mainnet.

Já as zkEVMs permitem validação de blocos com provas de conhecimento zero, mantendo compatibilidade com a máquina virtual existente. Buterin descreve as zkEVMs como em estágio alfa em termos de segurança, embora já oferecendo desempenho pronto para uso.

Segundo o autor, a dupla de avanços reduz gargalos de dados e eleva a largura de banda da rede, contribuindo para o cenário em que o trilema seria superado na prática, e não apenas no papel. Os ajustes continuam em implementação e avaliação de segurança.

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